terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O Admirável José Flávio Alves






O escravo prisioneiro que virou governador do Egito
As minúcias da vida de José têm seu enredo escrito pelo próprio autor da vida, e prefiguram esplendidamente a vida do próprio Deus encarnado que séculos adiante pisaria neste solo árido de inveja, ódio, traição e calúnia. Os traços de seu caráter só poderiam ter sido enraizados numa profunda convicção de fidelidade á um plano divino do qual ele mesmo desconhecia. Mas, o que mais me maravilha no comportamento deste jovem, é que mesmo sem compreender os “porquês” de tantos infortúnios que lhe sobrevêm ele continua perseverante na sua fidelidade a Deus.
Vendido pelos próprios irmãos, assim como o próprio Cristo o foi, José demonstra um caráter de mansidão. Injustiçado na casa de Potifar, José demonstra um caráter de honestidade, integridade e se manteve firme ao não ceder quando a mulher de seu senhor lhe tentava. Em nenhum momento observamos nas entrelinhas das sacras escrituras algum desânimo, desejo de vingança ou depressão. Este é um dos maiores exemplos de perseverança que encontramos na Bíblia Sagrada. Ele não desistiu dos seus sonhos mesmo quando o copeiro se esqueceu dele. A ingratidão junto com o esquecimento abala a estrutura psicológica e emocional de qualquer pessoa, mas sua vida foi provada como um carvão que resistiu á grandes pressões no interior da terra, e acabou-se transformando em um dos mais preciosos diamantes da humanidade. José é um exemplo que o ser humano pode ser não apenas bom, mas excelente como um ser criado pelo fantástico Senhor do Universo.
Nunca antes e nem depois da história do Egito algum estrangeiro ou prisioneiro ocupou um cargo tão alto e poderoso como José ocupou na sua época. Mas ele não usou seu poder para pisar ou se vingar dos que lhe fizeram mal, mas para perdoar o imperdoável e fazer o bem para aqueles que lhe fizeram o mal. Seu exemplo é impactante e emocionante. Dá-nos a esperança que mesmo em um mundo como o nosso, onde tudo declina, como valores morais, éticos, familiares e espirituais estão sendo pisoteados, existam pessoas como José. Pessoas que nunca se dão por vencidas pela rigidez da incompreensão, espinhos da inveja ou pelos golpes das traições, mas que conseguem ser verdadeiras estrelas neste escuro mundo de trevas. Através da história José, podemos compreender superficialmente um pouco da razão pela qual o ser mais poderoso do universo se apaixonou pela humanidade.

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A velha frase do "não tem nada a ver"e seus pecados!


Esta frase já é conhecida da maioria, prá não dizer todos os evangélicos. Esta afirmação popularesca tem o intuito resumido de dizer que uma coisa nada tem a ver com outra, um assunto não tem vínculos com outro tipo de assunto. Se você perguntar a uma pessoa: "-Deixar o calçado virado com a sola pra cima faz mal?" Certamente alguém irá responder: "-Isso não tem nada a ver". Pode ser nojento, porque você pisa em todo lugar, mas dizer que "faz mal" pelo simples fato de estar com as solas pra cima, é coisa de superticioso. Ele age assim até com o calçado novo, sem uso.
Crentes superticiosos há em todo lugar. São passados todos os dias, boca-a-boca, que, por exemplo, quem não ora antes de comer, peca. Mais ou menos como discriminaram os discípulos ao comer sem lavar as mãos. Eu acho bom orar, mas as vezes esqueço, e oro em pensamento. Num restaurante não ficaria legal eu levantar a voz para agradecer o pão de cada dia. Mas eu oro, de olho aberto, em pensamento. Isso é um costume meu. Também não condeno quem quiser fazer um mini-culto num restaurante antes de comer. Vai de cada um. Mas o engraçado é que a supertição influencia o comportamento das pessoas. Não passar embaixo de escadas, gato preto dá azar, ao ouvir algo ruim bater tres vezes na madeira,já vi crentes, carregaram patuás, pé de coelho para dar sorte, galhos de arruda para afastar mau olhado, inveja, consultar cartas, etc. Para nós, cristãos, isso não tem nada a ver com a realidade, nem com a Bíblia. Mas para os superticiosos isso já deu livramento, cria um bem estar, já livrou do azar, e contam inúmeros testemunhos. Ou seja, tem muito a ver para eles! Basta ouvir estas pessoas. Quando se adota uma supertição, dificilmente a pessoa se liberta. Isso porque ouviu alguém ensinar como agir para "dar sorte" e se livrar do azar. Isso recheado de "causos" e contos de sorte.
Os crentes superticiosos, que pregam usos e costumes, testemunham de uma forma muito semelhante. Com a mente entupida de credos, dogmas, acreditam que se usarem um determinado tipo de roupa, mesmo decente, receberão a reprovação imediata do Senhor, por ser "roupas do mundo", de incrédulos. Um mal estar toma conta do indivíduo, e logo ele "sente" de não usar mais determinados trajes, mesmo decentes, fazendo de sua vestimenta o emblema de sua santificação. Suas roupas longas e compridas tornam-se o referencial do "andar com Deus". Ele sempre irá achar que os outros cristãos, que não se trajam igual a ele, não são cristãos verdadeiros, ou que ainda "precisam se libertar".
O que me deixa pasma diante destes fatos, é que este "mal estar" quase nunca vem quando se conta uma mentira, quando se toma algo emprestado e não devolve, deve e não paga, não cumpre com a palavra em vários negócios, tornando-se um péssimo testemunho. A fama de "crente-safado" é uma constante entre os não-evangélicos, e isso deve-se a uma realidade quase nunca admitida por nós. Mas meu Deus do céu, não temos nós uma transformação de vida tão grande, que quando soubemos que alguém se converteu, glorificamos ao Senhor, por seus olhos se abrirem para a verdade?! Não saudamos com a Paz do Senhor os membros de nossas igrejas, por se acreditar ver ali homens e mulheres que conhecem o poder de Deus?! É meu irmão, mas o fato de ser crente, na praça, não significa mais aceitar cheque sem antes fazer umas consultas. E isso não é novidade nem entre nós mesmos! Só sendo muuuuiito conhecido, prá recebr um cheque assim, e olhe lá!!!
Para alguns líderes, "não tem nada a ver" armar uma "jogada" pra tirar um irmão obreiro da igreja, que esteja atrapalhando os seus interesses. "Não tem nada a ver" mentir. "Não tem nada a ver" puxar o tapete de outro obreiro, por ciúmes, invejas, divisões, etc. Olha o "Não tem nada a ver" aí... Mas será que essas coisas são pregadas com a mesma freqüência que são pregadas as doutrinas de roupas, acessórios, etc...?! Ou não???...
Porque acontecem essas coisas no meio do povo lavado e remido pelo Sangue de Jesus? Falta de doutrina parece não ser, pois muita gente sabe bem o que a igreja permite e não permite! Mas a Bíblia permite ser desonesto? Ser mentiroso?? Não ter palavra com outro irmão??? Ou a Palavra de Deus nos ensina a sermos honestos, a falar a verdade cada um para com o seu próximo, a viver o "sim, sim, não, não"?!?! Infelizmente presenciamos casos de obreiros cheios de invejas, ciúmes, fofocas, etc... Não estou aqui generalizando e afirmando que somente as igrejas de doutrinas rígidas tenham pessoas sem caráter. Esse tipo de gente tem em todo lugar! Mas um fato é real: Falta, em algumas igrejas, o ensino do caráter de crente. Ensinar a verdadeira DOUTRINA da Bíblia, que é andar como Cristo andou. Ensinar a amar ao próximo com sinceridade e não somente de palavras. A viver o Evangelho de Cristo, um cristianismo genuíno, um viver "santo" segundo a Palavra de Deus, e não segundo os homens. A não ser crente somente no emocional, no "pula-pula", no "fogo de brasa-viva", superticioso, acusador, etc. Mas um crente fundamentado na Bíblia, com o pentecoste sim, mas que tenha, acima de tudo, obediência as Sagradas Escrituras.
"Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo
honra-me com os lábios, mas o seu coração, está longe de mim; em vão me
adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens”. (Marcos 7:1-8)





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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

DAVI O REI DE ISRAEL !!




Davi era pastor de ovelhas (2ª Sm; 7,8), o nome de seu pai era Jessé (Rt; 4,22; 1ª Sm; 16,18) e tinha um gentil aspecto (1ª Sm; 17,42); ou seja, historiadores afirmam que sua aparência era franzina e desprezível.

Ainda assim protegia seu rebanho contra investidas de leões e ursos (1ª Sm; 17,36). Deus o escolheu para ser rei sobre Israel (1ª Sm; 16,1). Entretanto somente reinou sobre Israel após a morte de Saul. Ou seja, Davi reinou de fato sobre Israel 7 anos após o seu chamado por Deus (2ª Sm; 5,5).

Antes de ser elevado ao trono, experimentou momentos amargos em sua vida. Davi fugia constantemente de Saul, que sem motivo aparente, desejava matá-lo (1ª Sm; 19,1-2). Durante seu momento de fuga conheceu a escória da sociedade e liderou grupos de excluídos, endividados, ladrões, salteadores e subversivos (1ª Sm; 22,2). Saul demonstrava muito ódio por Davi (1ª Sm; 18,15), pois o povo amava mais a Davi do que Saul (1ª Sm; 18,6-7, 16; 2,:11) devido aos êxitos alcançados por Davi em suas batalhas.

Antes da perseguição de Saul, Davi se propusera a enfrentar o gigante Golias (1ª Sm; 17,49-50). Até então Davi não imaginava que sua seqüência de êxitos afetaria tanto os sentimentos de Saul que até entregou sua filha Mical para casar com Davi (1ª Sm; 18,20-21), esta não teve filhos até o dia da sua morte (2ª Sm; 6,23).
Davi conhecia e confiava tanto no Senhor que não saía para suas batalhas sem antes consultá-Lo (1ª Sm; 5,19; 23,4; 2ª Cr; 18,7). Foi o único rei a tomar Jerusalém (Jebus), a grande fortaleza dos jebuseus (1ª Cr; 11,5) e lá se estabeleceu.

Sentia-se à-vontade na presença do Senhor: dançava com toda sua força (2ª Sm; 6,14), mesmo debaixo da reprovação da sua esposa Mical (1ª Cr; 15,29). Louvava e era construtor dos próprios instrumentos que utilizava para louvar ao Senhor. Conseguiu construir 4.000 instrumentos para os levitas louvarem ao Senhor segundo seu próprio relato (1ª Cr; 23,5).

Apesar do conhecimento que detinha acerca do Senhor, pecava como qualquer outra pessoa. Certa feita, num momento de ociosidade, armou cilada contra a vida de um subordinado seu (Urias), pois se apaixonou por sua mulher (Bete-Seba) e cometeu adultério. Alheio ao perigo e ao fato, Deus enviou o profeta Nata até a sua presença para “acorda-lo” e conscientiza-lo sobre a sua transgressão (2ª Sm; 12,1-7).

Aqui estava a virtude de Davi. Quebrantava-se e se humilhava diante do Senhor. Por isso tinha Davi um coração segundo o coração do Senhor (At; 13,22). Davi arrependia-se dos seus pecados. Era essa a grande diferença entre Davi e Saul.

Ao final do seu reinado, reinou 7 anos em Hebrom e 33 anos sobre todo o Israel totalizando 40 anos de reinado, Deus deu descanso a Israel, pois Davi vencera a todos os seus adversários ao redor (1ª Rs; 5,3-4).

Infelizmente, Satanás alimentou a soberba no coração de Davi (1ª Cr; 21:1) e este fez um censo. Ou seja, numerou o povo. A ira de Deus se acendeu contra Davi e contra todo o Israel. Davi foi avisado pelo comandante geral do seu exército, Joabe, de que o seu gesto era um erro (1ª Cr; 21,2).

Deus executou um juízo sobre Israel por causa do erro de Davi. Davi, conhecedor das misericórdias do Senhor, intercedeu em favor do povo alegando que somente ele errara, mas o povo não era culpado. Deus ouviu a Davi, mesmo debaixo do juízo e deu-lhe o direito de escolher entre 3 sentenças (1ª Cr ;21,11-12).

Veja que Davi intercedeu pelo povo, pois sabia que o Senhor é rico em misericórdias (1ª Sm; 21,13). As lições mais dramáticas que um homem pode receber vem de Deus; entretanto, o Senhor é misericordioso.

Assim o Anjo do Senhor ordenou que Davi levantasse um Altar. Ele recusou o material do sacrifício doado por Ornão, o jebuseu (1ª Cr; 21,23-24). Entendia que somente ele errou, somente ele deveria pagar por isso.

Davi era pastor de ovelhas e não há nada de errado em um pastor contar o seu rebanho. Contudo, após Davi vencer todos os seus adversários Satanás sugeriu que ele olhasse para si mesmo (1ª Cr; 21:1), para sua grandeza e não para Deus.

A vaidade é uma forma de idolatria, portanto um Altar Alternativo. Deus amava Davi e o corrigiu com Seus próprios métodos que são inquestionáveis.

Ordenou que abdicasse do seu Altar Alternativo e olhasse para O DEUS VIVO através do ALTAR VERDADEIRO.

Muitos de nós estamos levantando Altares Alternativos hoje. Esses altares são construídos com os instrumentos da vaidade, doutrinas erradas e diabólicas, omissões, mentiras, ganância e avareza.

FUJAMOS DA VAIDADE MEUS AMADOS

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10 áreas críticas do casamento




A primeira área crítica do casamento é a comunicação. A comunicação envolve transmitir e receber. O transmitir está relacionado com cada coisa que falamos ou demonstramos de forma não verbal sobre nós mesmos.
O receber corresponde a tudo que ouvimos ou percebemos e vemos na outra pessoa. Só que antes de qualquer comunicação precisamos estar "ligados", e isso é muito difícil. Desde bem cedo na vida, as pessoas são treinadas para bloquear seus sentimentos porque não desejam ser vulneráveis, ser criticadas ou receber desaprovação.
Para haver comunicação é necessário uma boa sintonia entre duas pessoas. E uma perfeita sintonia só é possível quando há confiança, compreensão e apreço. A pessoa deve se sentir "em boas mãos", caso contrário, ela será muito seletiva quanto a suas revelações.
A segunda área crítica do casamento, que quero destacar é o carinho. Carinho tem que ver com sua capacidade de dizer: "Eu te amo". Inclui palavras, afetos físicos e tudo o que um faz pelo outro.
Uma das mais trágicas constatações sobre a maioria dos casais, hoje em dia, é que depois de casados não expressam o mesmo carinho dos tempos de namoro. Essa omissão é problemática porque o que expressamos afeta nossos sentimentos. E se nada expressamos, nossos sentimentos também se apagam.

A terceira área crítica do casamento é o companheirismo. A capacidade de fazer os outros se sentirem bem. É possível julgar a qualidade do companheirismo pelo que representam os encontros com aquela pessoa, e se não há encontros...
Compare seus encontros de agora com os do tempo do namoro. Vocês gostam de ficar juntos a sós? Arranjam tempo para isso? Ou é exatamente o que não acontece? A maneira como usam o tempo em que estão juntos é o que determina se há ou não companheirismo.

A quarta área crítica do casamento: interesses. Os interesses correspondem àquelas coisas da vida pelas quais você toma a iniciativa. Esportes, hobbies, passatempos artísticos ou devocionais, podem ser considerados interesses. Ou seja, tudo aquilo que dá qualidade à vida.
Ter e desenvolver interesses individuais é bom, mas não o suficiente. É o partilhar coisas em comum, é o identificar-se com os alvos dos outros que acrescenta laços e firma a unidade do casal. É importante aprender juntos, desenvolver um projeto em comum, sentindo a necessidade da participação do parceiro. O resultado será uma intimidade maior com a outra pessoa.

A quinta área crítica do casamento: valores. Todos têm uma escala de valores que inclui dinheiro, crianças, sexo, política, religião e muitas outras coisas. O que é importante para você também é importante para sua esposa ou marido? Algumas pessoas nem mesmo sabem o que é importante para o cônjuge.
Os valores religiosos, por exemplo, são muito importantes porque alargam os propósitos da vida. Se crermos que fomos feitos à imagem divina, vamos nos valorizar muito. E quem foi feito à imagem de Deus deve refletir essa imagem.

A sexta área crítica do casamento é o sexo. Aqui se inclui todo o relacionamento entre marido e mulher - não apenas um momento passageiro. O sexo está num olhar, num toque na maneira de se relacionar. É um comportamento especial que só existe entre marido e mulher. Se há relacionamento especial entre duas pessoas também haverá sentimentos particulares. Se eles forem compartilhados com outros, deixarão de ser particulares, especiais.
Muitas pessoas acham que já perderam o charme. O problema não é que perderam o charme, apenas deixaram de manifestar aquele comportamento que acende o charme.
A família é a sétima área crítica do casamento. Suas relações com a família vão refletir no relacionamento com o marido ou a esposa. Os papéis de marido e pai e mãe e esposa são inter-relacionados. Os filhos serão afetados pelo seu melhor ou pior relacionamento.
Como você considera a família nessa questão que envolve você e o companheiro? Qual a vez das crianças? As resoluções são tomadas levando em conta a "equipe" toda, ou a jogada é individualista?

A oitava área crítica do casamento é o social. Nenhum casamento é estável se funcionar como um clube privado. O casamento é uma relação social que se expande e se fortalece à medida que o seu amor extravasa atingindo a outras pessoas que o circundam. Marido e mulher devem ter amigos comuns mais do que um conjunto de amigos cada um.
Acho que Deus designou a família para ser um centro irradiador de testemunho para todo o Universo. A família não deve ser o fim do amor mas deve ser sua fonte. Se você tem uma família solidária, esse relacionamento deve influenciar os outros. Você deve se interessar pelas outras pessoas também.
Negócios - é a nona área crítica do casamento. Esse é um importante recheio do casamento. Compras, cheques, escolha de móveis, roupas, economias - essa parte administrativa não pode ser isolada das demais atividades do lar. Os negócios devem ser um fator de união do casal. Cada um deve saber o que outro está fazendo e deve aprovar suas atitudes.

E a décima área crítica do casamento que quero destacar: reavaliação. Com essa palavra quero lembrar a importância de o marido e a mulher trocarem idéias sobre o progresso de sua relação matrimonial. Essa reflexão acerca dos rumos, avanços e retrocessos é fundamental para descobrir a necessidade de alguma correção na rota ou para se ter uma idéia global das circunstâncias.

Amigo, todas essas 10 áreas críticas do casamento podem ser controladas se o casal quiser, e é possível que muitos estejam tentando isso. Aliás, quase tudo pode ser conseguido no casamento, se houver cooperação para isso. Ou seja, o lar pode ser um "pedacinho do céu na Terra" ou um inferno, dependendo de como se comportam marido e mulher. Pastor Montano de Barros

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FUGINDO PARA A CAVERNA ESTA MENSAGEM VAI MUDAR A SUA VIDA. ACREDITE!!



1º Sm ;22,01- 02.
1-Depois Davi, retirando-se desse lugar, escapou para a caverna de Adulão. Quando os seus irmãos e toda a casa de seu pai souberam disso, desceram ali para ter com ele.
2-Ajuntaram-se a ele todos os que se achavam em aperto, todos os endividados, e todos os amargurados de espírito; e ele se fez chefe deles; havia com ele cerca de quatrocentos homens.A bíblia nos mostrar mensagens que nos deixam perplexos, pois sabemos que a bíblia e o único, maior, melhor e mais completo manual de comportamento humano.
Partindo dessa condição, que a bíbla sempre nos ajudará em nossas lutas, mostrando que Deus está sempre de braços estendidos a nos auxiliar, quero que você medite e transmita esta Mensagem a outras pessoas.
“”Eu não sei qual caverna você possa estar agora, mas Deus vai te tirar dela””
Há abundância de cavernas de pedra calcária nas regiões de Israel, favorecendo o aparecimento de cavernas.
Segundo a arqueologia, devido à formação geológica, tem se encontradas cavernas que suportam até quatro mil pessoas.
No texto vemos Davi fugindo de Saul, e se escondendo em uma caverna, o que nos faz observar que sempre quando somos perseguidos ou temo problemas, a primeira coisa que procuramos e fugir e se esconder, como se essa fosse a solução. Foi o caso de Davi, que já não aguentava mais o Rei Saul em seu pé, e se você não sabia a perseguição de Saul contra Davi durou aproximadamente dez anos. Agora imagine, alguém querendo te matar a qualquer custo, o que você faria?
Talves você também fugira para uma caverna, mas Davi quis apena se esconder e não morar na caverna. Caverna não é moradia de crente, é apenas uma habitação temporária, onde aprendemos com o nosso Deus, a vencer os males.MORADORES DA CAVERNA
Quando Davi estava na caverna, talves chorando, ou talves contente por estar escondido de Saul e assim conseguir um pouco de paz, começa a chegar uma multidão de pessoas, só homens eram quatrocentos, agora imagine mulheres e crianças, pois os pais de famílias endividadas, de espírito desgostoso, também levaram sua família, chego a crer que na caverna onde Davi se escondeu agora já tinha cerca de mil e quinhentas pessoas.
Talves a situação de Davi teria atraído aquelas pessoas, mas creio qua não foi isso, pois aqueles homens já conheciam Davi, e até presenciaram vitórias de Davi, então perguntei a Deus o que eles estariam fazendo junto com um homem que se escondia em uma caverna?
O Senhor respondeu que eles acreditavam que Davi também venceria aquela prova e lhes ensinaria algo importante, algo este que nós iremos aprender também.
Antes de desfrutarmos da revelação, veremos quem habita em caverna. Levando em conta que uma caverna é escura e fria, só consigo imaginar que moradores de caverna só podem ser baratas, escorpiões, morcegos. Realmente caverna não é lugar de crente. PROVIDÊNCIAS PARA UMA CAVERNA
Como imagino os moradores de uma caverna são bichos, baratas, escorpiões e morcegos; então como combater esses moradores tão horríveis, e prejudiciais a nossa saúde?
Bem só temos uma maneira, fazendo fogo, pois de outra forma os morcegos e escorpiôes nos atacariam e seríamos vitimados, mas se então levássemos lenha, poderíamos fazer fogo.
Diante dessa solução voltei para a bíblia e em P; 26,12 diz: “sem lenha o fogo se apaga”.
A luz da palavra de Deus o que poderia ser lenha? Foi o que também perguntei ao Sehor Jeová; e Ele me disse: ORAÇÃO. Essa é a lenha do crente, oração. Quando começamos a orar o fogo pega, pois Paulo e Silas orando causaram um terremoto (At; 16,26), a Igreja orando por Pedro o conduz para fora da prisão (At; 12,5 - 17) e tantos outros casos de orações que mudaram a situação, mas nós só podemos orar, o fogo é consequencia. E por falar em fogo,em At;2, desceu sobre a cabeça dos crentes como linguas de fogo?
O ESPÍRITO SANTO DE DEUS, Ele é fogo puro dentro da caverna para os morcegos (demônios) não te ataquem.
Todos temos momentos de problemas, mas esta mensagem é para te ajudar a sair da caverna ou quando entrar lá por algum problema possa sair ileso.
Irmãos, todos nos já estivemos na caverna, mas não deixe de levar lenha (oração) para fazer fogo (Espírito Santo).PROVIDÊNCIAS DE DEUS NA CAVERNA
Amados, o Senhor disse que se o buscarmos de todo o coração o acharíamos (Jr; 29,13), o também podemos entender que quando estamos dentro da caverna, pensamos que não vamos achar a Deus, parece estar tudo escuro, então é por isso que temos que levar lenha e fazer fogo, para que tudo fique claro, e quando nossos olhos espirituais são abertos então conseguimos ver as providências de Deus, e posso dizer são tremendas.
Deus não desampara seus amados (Dt; 04,31), então por amar seus filhos Ele entra com providências para nos tirar da caverna.
Nas cavernas de Calcário também se encontra uma substância chamada DOLOMITA, que tem várias funções, mas que resaltar três:
É CALCIO PARA NOSSOS OSSOS
Na caverna Deus vem nos dar estrutura, para sermos vencedores;
COMBATE A IRRITABILIDADE
Na caverna aprendemos a sermos mansos com o Senhor;
COMBATE A INSÔNIA
Na caverna aprendemos a descansar no Senhor. DEUS ESTÁ NA SUA CAVERNA
Toda essa reflexão me fez lembrar de um grande servo de Deus que esteve em uma caverna, assim como eu e você, o nome dele era Profeta Elias.
O interesante que após matar com suas próprias mão quatrocentos e cinquenta chamados profetas da imagem Baal, ele ao ser ameaçado por uma mulher foge e entra numa caverna. “Talves se o diabo saísse de férias e deixasse uma mulher no seu lugar muitos iriam sentir falta do demo”.
Mas o importante é que Elias estava na caverna. Não importa qual seja a sua caverna, Deus está com você e vou provar a luz da bíblia, se não vejamos:
Na passagem ralatada no livro de 1º Rs;19, 09 lemos que quando Elias estava dentro da caverna, Deus lhe faz uma pergunta. ELIAS, O QUE FAZES AQUI?
Note que Ele diz, o que fazes aqui, e não aí. Pois se Deus dissesse aí, daria a enternder que Ele estaria fora da caverna, mas Ele diz AQUI, nos fazendo crer que Ele está dentro da caverna, Deus te ama. Deus estava perto de Elias e está perto de você

SAINDO DA CAVERNA
Após muito meditar nessa palavra fiquei tocada pela glória de Deus sobre esta palavra. Mas meu Jeová, não me traria uma palavra dessa se não fosse para nos ajudar a sair de dentro da caverna, foi então que continuei a meditar na palavra de Deus e fiquei muito feliz em saber que alguns capitulos para frente em 2º Sm; 23,08, onde pude perceber uma pequena lista de trinta e sete valentes de Davi, e então vi que todos os homens de espírito desgostosos, aflitos, endividados, em aperto, que entraram na caverna saíram como valentes.
Deus vai te transformar em um verdadeiro guerreiro após a caverna, afinal caverna é uma habitação temporária.
Talves em alguns desses momentos de dificuldades, seja na área física, econômica, profissional ou sentimental, saiba que Deus esta contigo e hoje Ele manda te dizer:
FILHO, FILHA O QUE FAZES AQUI DENTRO DA CAVERNA?
“AFINAL CAVERNA É UMA HABITAÇÃO TEMPORÁRIA

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domingo, 10 de janeiro de 2010

O JUGO DESIGUAL






Gostaria de tratar este assunto com muito cuidado, no propósito de ajudar os irmãos
que não estão absolutamente pensando em comprometerem-se em jugo desigual, mas,
principalmente, visando àqueles que estão comprometendo-se, a fim de que sejam levados
a uma reflexão, e enquanto há a oportunidade mudem de opinião e se entreguem à
vontade Soberana de Deus.
A palavra “jugo” no tempo moderno é quase desconhecida, mas nos tempos antigos se
tratava de algo comum. O termo “jugo” tem duplo significado, sendo figuradamente no
sentido de submissão, opressão e autoridade, tem também o sentido de canga com
que se jungem certos animais para determinados serviços, logo se trata do trelamento de
dois animais pelo pescoço, de maneiras que um não pode ir para qualquer direção ou parar
sem o outro; o propósito do jugo é para manter os dois animais bem perto um do outro e
unidos de forma a trabalharem juntos.
Por muitas vezes Deus no VT usou o termo figuradamente. Ele falou que Esaú serviria
a seu irmão Isaque (Gn; 27,40), também que se o povo (Israel) não cumprisse as leis e os
estatutos que Ele lhe havia ordenado, sofreria maldições, dentre as quais seria oprimido
sob um jugo (Dt; 28,15, 47-48). Na lei, Deus determinou que não se lavrassem com junta
de boi e jumento (Dt; 22,10).
Os líderes religiosos em Israel haviam posto sobre as pessoas a imposição de um jugo
pesado, o povo se achava cansado de tanto formalismo religioso e sobrecarregado por
tanta imposição de regras religiosas, sem contudo estas lhe trazerem o descanso. Quando
o Senhor Jesus esteve aqui no mundo Ele convidou as pessoas: “ Vinde a mim, todos os
que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e
aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as
vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve” (Mt 11:28-30). Havia
um contraste grande entre o jugo e o fardo do Senhor Jesus, com os dos líderes religiosos.
Em 2ª Coríntios 6:14-16, o apóstolo Paulo está tratando especificamente de um
comprometimento desigualado entre uma pessoa crente com outra descrente; isto está
claro pelos termos que usa depois de declarar “Não vos prendais a um jugo desigual com
os incrédulos...”. Logo em seguida ele faz cinco perguntas cujas respostas têm como
objetivo levar cada crente a refletir quanto à seriedade de se porem em jugo desigual com
os descrentes:
1. “que sociedade tem a justiça com a injustiça?”
Um crente justificado unindo-se em comprometimento com o injustificado, não há
sociedade nenhuma.
2. “que comunhão tem a luz com as trevas?”
O crente é luz e está na Luz; o incrédulo está nas trevas e ele mesmo é trevas;
portanto, na presença da luz, as trevas têm de dissipar, não havendo nada de comunhão.
3. “Que harmonia há entre Cristo e Belial?”
Cristo é divino; portanto, de caráter digno e bondoso. Belial é completamente o
oposto, não havendo a menor harmonia. Da mesma forma, é impossível haver harmonia
entre um crente com um descrente.
4. “que parte tem o crente com o incrédulo?”
Mesmo hoje, o descrente não goza das bênçãos e dos gozos que o crente já desfruta, e
no futuro os destinos são opostos, tendo o crente o céu por herança eterna, e o descrente
o inferno por destino eterno, não havendo parte entre um e outro na presente vida nem
na eternidade.
5. “que consenso tem o santuário de Deus com ídolos?”
No santuário de Deus, com certeza Ele habita, não havendo nenhum consentimento da
presença de um ídolo porque Deus é Soberano criador e Santo e o ídolo é meramente a
expressão visível da imaginação humana e incrédula, inspirada pelo Diabo inimigo de Deus.
Assim, da mesma forma não há consenso em uma pessoa crente juntar-se em jugo com o
descrente.
Quando Paulo exorta aos crentes a não se colocarem em jugo desigual, ele tem em
mente uma associação, ou seja, uma união comprometedora entre um crente e um
descrente. Jugo desigual não abrange exclusivamente o aspecto matrimonial, mas
também comercial, social, e espiritual, os quais a seguir estaremos tratando
resumidamente.
Jugo desigual na área comercial
Em certas ocasiões, bem pode um crente querer tocar “seu próprio negócio”, mas suas
condições financeiras não permitem e ele pensa em arranjar um sócio, ou às vezes surgem
convites por parte de alguém para uma sociedade. O crente poderá se juntar a outro em
sociedade, e isso está dentro dos padrões permissíveis pela ética cristã. Mas se o
pretendente à sociedade for descrente, o irmão ou a irmã deve lembrar que tal sociedade
não tem a aprovação de Deus, e mais cedo ou mais tarde acabará trazendo com certeza
duras conseqüências, e todos devemos nos lembrar disso.
Jugo desigual na área social
Há certas sociedades que podem fazer parte da vida social e que são prejudiciais ao
verdadeiro cristão, tal como um crente se filiar à Maçonaria que é uma sociedade secreta
com muitos mistérios que ninguém saberá até estar dentro, e isso não lhe será revelado
até que tal associado tenha alcançado um grau superior, e quando ele descobrir já será
tarde.
Jugo desigual na área espiritual
Existe um mal, que está se alastrando assustadoramente, que se chama
“ecumenismo”; aparentemente, a princípio, se trata de algo inocente, bonito, bom e até
bíblico, quando citam as palavras do Senhor Jesus em João; 17,21 “a fim de que todos
sejam um;...” (citam-nas erradamente, pois aqui O Senhor está falando de verdadeiros
salvos, e não meramente de pessoas religiosas).
Vejo duas formas de “ecumenismo”:
Primeiro - o “ecumenismo radical”, aquele dominado pelo catolicismo romano, que em
seus “cultos” assim chamados (o que é comum em formaturas, inaugurações etc.), há no
mesmo púlpito a participação de padres católicos, pastores evangélicos, líderes espíritas,
líderes da LBV, etc. Esse tipo de “ecumenismo” tenta governar o mundo religioso. O
próprio significado da palavra “ecumênico” dá a idéia de ajuntamento universal, e isto é
nada menos do que o preparo para num futuro próximo após o arrebatamento da igreja
verdadeira, onde haverá a formação de uma igreja universal sob o comando de um só líder Ap; 13,11-18.
Segundo trata-se de um “ecumenismo parcial, restrito, sectário”. Este é aquele que
visa à união só dos “evangélicos”. Quantos hoje estão aceitando uma associação destas
igrejas, realizando certos trabalhos em conjunto, como recentemente no chamado "dia da
bíblia". Em Paranavaí, por exemplo, uniram-se “os evangélicos” para uma passeata, e
como me disse um “pastor”: “Temos de mostrar nossa força evangélica...”.
Há também união para trazer às cidades cantores e ex artistas que dizem terem se
convertido, e cobram alto cachê (deve haver uma união para conseguir pagar tais artistas);
outros deixam de estar na reunião da igreja da qual é membro e vão assistir em uma
denominação; alguns trocam de púlpito, “hoje o pastor prega aqui, amanhã eu lá”. O pior é
que poucos estão apercebidos da artimanha satânica por trás disso. Deus quer que Seu
povo esteja unido; porém, em jugo desigual, Ele dispensa.
Jugo desigual na área matrimonial
Parece que este assunto é só para jovens, mas não é, é para todos (há tantos de
cabeça branca que enviúvam e se casam em jugo desigual e se arrependem), porém os
jovens são os mais visados. É normal os jovens quererem se casar, há no entanto uma
diferença entre o jovem cristão e o não cristão, pois este diz: “se não der certo a gente se
larga”, mas o cristão sabe que o casamento é indissolúvel enquanto vivem os dois. A
palavra de Deus é muito clara quando diz: “Não vos prendais a um jugo desigual com os
incrédulos...” (2ª Co; 6,14). Não precisava de acrescentarmos nada mais se não fosse o
“mundo” de argumentos que muitos jovens nos apresentam, para que “nós” concordemos
com eles, como se fosse nós quem ordenamos: “Não vos prendais a um jugo desigual com
os incrédulos...”.
Vamos considerar três dos principais argumentos:
1. “Você não conhece ele(a), ele(a) é melhor do que muitos crentes...”.
Concordamos que isso possa ser verdade, mas não anula o mandamento: “Não vos
prendais a um jugo desigual com os incrédulos...”.
2. “Ele(a) gosta muito de ir à reunião da igreja, e assim eu posso ganhá-lo(a) para
Cristo.
Há anos ouvi em minha igreja: Certa moça namorava um moço descrente, e pediu a certo
pregador para que ele orasse pelo seu casamento, e para que ela pudesse ganhá-lo para
Cristo. “Não posso”, disse o pregador, “pois a palavra de Deus diz não”, e continuou, “a
próxima vez que seu namorado vier à sua casa, suba numa cadeira e tente puxá-lo para
cima”, ao que ela disse: “eu não consigo, pois ele tem mais força do que eu”. Então o
pregador concluiu: “é exatamente isso que vai acontecer, se você se casar com ele, você
será puxada para baixo, haverá decadência em sua vida espiritual, em vez de você
conseguir levá-lo a Cristo por meio do jugo desigual, ele te levará para longe dos caminhos
de Cristo”.
3. “Não tem em nossa igreja ninguém, para que eu possa namorar e me casar”.
Cremos que também este argumento é sem base, pois o crente deve entregar o seu
caminho e seus cuidados aO Senhor e Ele cuidará (Sl; 37,5; 1ª Pe; 5,7). Se é da vontade de
Deus que o crente se case, Ele haverá de providenciar a pessoa certa.
Até agora tivemos pensando no jugo desigual entre um crente e um descrente. A
seguir desejamos ir um pouco mais além, notando que o jugo será desigual quando alguém
crente de uma igreja local se une em jugo com outra pessoa crente de uma denominação;
e mais: pode até mesmo ser um jugo desigual dentro da mesma igreja local, e isto em
todos os sentidos já considerados, comercial, social, espiritual e matrimonial. Não será
muito difícil qualquer crente perceber essa grande verdade, mas para ilustrar vamos
recorrer a dois exemplos no VT:
Primeiro (Dt; 22,10) “Não lavrarás com junta de boi e jumento”. Deus determinou
que não se lavrassem com junta de boi e jumento. Ainda que ambos eram animais
comumente usados para serviço pesado, o motivo de Deus assim exigir é muito óbvio pois
o boi é animal de estatura maior, de mais forças e de passos mais lento que o jumento.
Não adianta pôr jugo sobre estes que não dará certo. Se uma pessoa crente se põe em
jugo com alguém também crente de uma denominação, há uma grande porcentagem de
que mais tarde vão ter problemas. Quando se trata no aspecto conjugal, o assunto é muito
mais sério, pois é quase que inevitável que o casal tenha filhos, e mais tarde o pai vai para
uma igreja e a mãe para a outra, ficando as crianças sem saber para onde ir, e as vezes os
pais têm de perguntar: “você hoje quer ir na igreja da mamãe, ou na do papai?”, e a pobre
criança tem de decidir uma difícil questão que ela mesma não tem culpa. E se pensarmos
nas diferenças doutrinárias surgidas entre o próprio casal que muitas vezes poderão ser
levadas a discussão? Não é um caso e outro isolado que conhecemos de crentes que
casaram-se em jugo desigual neste sentido, e hoje o casal vive sem uma boa comunhão
por causa de divergências doutrinárias, e os filhos estão entregues ao mundo, e dizem:
“não quero nem saber de igreja, lá em casa é uma confusão, meu pai fala uma coisa e
minha mãe outra”. Também não deixa de ser igualmente séria a questão de um
comprometimento desigualado entre pessoas da mesma igreja local, quando alguém é
espiritual e mostra amor e dedicação à causa de Deus, e se casa com outro indiferente;
mais tarde um quer ir à reunião, ou fazer um serviço na obra do Senhor, e o outro quer ou
ficar em casa, talvez vendo televisão, ou passear. Sem dúvidas haverá choque entre os
dois e o que era espiritual muitas vezes terá de ceder ao carnal para não haver uma
complicação maior no futuro.
Segundo (Nm; 36,1-10 - favor ler esse trecho). Zelofeade era descendente de
Manassés e morreu no deserto deixando cinco filhas e nenhum filho. Deus ordenou que
desse a elas possessão entre os da tribo de Manassés. Nisso os descendentes de Manassés
argüiram que se elas se casassem com moços de outras tribos de Israel, a herança delas, e
conseqüentemente da tribo de Manassés diminuiria, e a tribo a quem o marido pertencesse
aumentaria. Em palavras simples, isto quer dizer que havendo mistura de casamento,
ainda que fosse entre o mesmo povo de Israel, o prejuízo seria inevitável; e Moisés
entendeu e disse: “6 Isto é o que o Senhor ordenou acerca das filhas de Zelofeade,
dizendo: Casem com quem bem parecer aos seus olhos, contanto que se casem na família
da tribo de seu pai. 7 Assim a herança dos filhos de Israel não passará de tribo em tribo,
pois os filhos de Israel se apegarão cada um à herança da tribo de seus pais. 8 E toda filha
que possuir herança em qualquer tribo dos filhos de Israel se casará com alguém da família
da tribo de seu pai, para que os filhos de Israel possuam cada um a herança de seus pais.
9 Assim nenhuma herança passará de uma tribo a outra, pois as tribos dos filhos de Israel
se apegarão cada uma à sua herança”. Este ensino se adapta para hoje, visto que se um
moço ou moça venha a se casar com alguém de uma outra igreja, o prejuízo em
diminuição será inevitável. O Senhor não quer mistura, pois o casamento poderá ser uma
bênção ou uma tragédia se não for o cônjuge certo que Deus, e não você, escolheu.
Finalmente, creio que ninguém poderá tratar tal assunto com menosprezo, visto que
“Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear, isso
também ceifará” (Gl; 6,7), e “Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo” (Hb; 10,31).
Prezado irmão e irmã, se Deus estabeleceu uma ordem Ele sabe a razão porquê, e não
será necessário perguntarmos nada, é somente obedecermos, e a obediência trará
somente bênçãos e a desobediência trará somente duras conseqüências, como certo irmão
pregando disse: “toda desobediência terá seu justo castigo, e às vezes este é tão duro que
não vale a pena desobedecer”

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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O PODER DA PALAVRA



Tiago; 3,1-12 Romanos; 12,14
O assunto ora tratado traz controvérsias porque está ligado à maneira de crer de cada um. Alguns acreditam que a maldição é hereditária, isto é, passa de pais para filhos. Outros pensam que é castigo de um Deus carrasco que, por qualquer motivo, amaldiçoa o homem. Outros, ainda, proferem maldições por vingança para quem se torna seu inimigo. A palavra não é somente o ato de se abrir a boca e emitir sons audíveis. É muito mais do que isso. A fala é a faculdade que distingue o homem dos animais irracionais. É um processo bem mais complexo que começa no coração e no pensamento “pois do que há em abundância, disso fala a boca.” Mateus; 12,34.Em conseqüência de palavras insensatas, duras e desprovidas de misericórdia muitos males acontecem. Lares são destruídos, filhos abandonados, amizades são desfeitas, corações magoados, pessoas amigas decepcionadas, porque: “a palavra dura suscita a ira.” Provérbios; 15,16. As palavras podem anular ou alimentar a ação de satanás.
O Mal Pode Estar nas Palavra
Assim como certas palavras produzem o mal, da mesma forma a palavra sábia pode produzir o bem. É como disse o sábio Salomão: “do fruto da boca de cada um, se fartará o seu ventre: dos renovos de seus lábios se fartará; a morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá de seu fruto.” Provérbios; 18,20-21.
Uma palavra amiga pode produzir ânimo, encorajar o desanimado, acrescentar a fé do abatido e mudar situações para melhor. Um elogio, um estímulo, uma palavra de afeto sempre trará bons resultados (Provérbios; 25,11).O Uso Indevido da Língua O apóstolo Tiago preocupou-se com a postura do cristão quanto ao uso da língua. Ele enfatiza a língua como um instrumento que, se usado erradamente, causará grandes estragos. Mesmo sendo um membro minúsculo, uma vez incendiado pelo mal, torna-se algo monstruoso. A língua leva o homem a macular toda sua integridade, porque ela amaldiçoa, profana, profere juramentos falsos, engana, conduz à idolatria. Ela contamina o corpo todo.
A língua, um membro indomável – todos os tipos de animais, grandes e pequenos, têm sido domados pelo homem, mas esse não possui condições próprias de domar a sua própria língua. Somente o Espírito Santo pode transformar o que, de algum modo escraviza o homem (2ª Coríntios; 3,18).
Fazendo a diferença – É impossível uma mesma fonte jorrar água doce e água amarga. Isso é contrário à natureza e ao bom senso. Isso explica que não faz bem para o homem ser em um momento benção e, no momento seguinte, maldição. Isso não é natural. Foi o próprio Jesus quem fez tais afirmativas, quando ao final de Sua exortação aos fariseus, disse: “porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado.” Mateus; 12,37 AS PALAVRAS PRODUZEM FRUTOS Os frutos podem ser bons ou maus. O apóstolo Paulo admoestou os crentes quanto à maneira de se expressar dizendo: “As más conversações corrompem os bons costumes.” 1ª Coríntios; 15,33. Muitos pecam quando dão ouvidos às palavras insensatas. As palavras proferidas são como sementes que, caindo em solo propício, achando condições favoráveis, germinam, crescem, frutificam, produzindo um dos tipos de frutos.
O Fruto da Maldição
O fruto básico da palavra maldição é injúria, desgraça, infortúnio, calamidade. Maldição é, pois, a legalidade dada ao diabo para causar dano à vida de alguém. É uma autorização dada através das palavras que se expressa contra outra pessoa.
Palavras que ferem a auto-estima – É muito comum alguns pais, frustrados, proferirem palavras de maldição contra seus filhos, por exemplo: “não adianta, você não vai conseguir nada na vida; você é um inútil; você nasceu para ser a vergonha da família.”, etc. É temerário amaldiçoar porque as maldições podem acarretar sérias conseqüências, como a opressão e a possessão demoníaca. São muitos casos dessa natureza, porque há falta de vigilância por muitos que estão nas igrejas sem compromisso sério com Deus.
Palavras abençoadas – bons frutos – As palavras do cristão devem ser continuamente de bênçãos como o apóstolo Paulo recomenda: “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só o que for boa para promover a edificação , para que dê graça aos que a ouvem.” Efésios; 4,29. Quando se deseja a alguém felicidade, sucesso, elogios, parabéns são bênçãos que se está liberando. Palavras de incentivo, de apoio e de solidariedade são palavras que alegram (Provérbios; 12,25). O apóstolo Paulo fez uma confissão de vitória que até hoje é benção para milhares de pessoas: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece.” Filipenses; 4,13
Não espalhe semente de maldição – Como já foi dito, nossas palavras semeiam bênçãos ou maldição. Portanto, é muito temerário amaldiçoar.
A língua, um membro indomável – Há pessoas que vivem chamado para si situações negativas. E, tudo dito com uma boa dose de ira e de desprezo por si mesmo. Afirmações negativas constantes tem o poder de tornar inútil a vida de qualquer pessoa.
Não amaldiçoe o próximo – Muito sofrimento poderia ser evitado se antes de proferir palavras, a mente tivesse oportunidade de trabalhar para fazer a pessoa imaginar como se sentiria se aquela maldição fosse dirigida a ela mesma. Às vezes, por inveja, por ciúmes, por despeito, ou mesmo por um mal entendido, as ofensas são proferidas. Mas é melhor por em prática o que a Bíblia ensina: “não deis lugar ao diabo.” Efésios; 4,27.
QUEBRANDO CADEIAS DE MALDIÇÃO
Muitas famílias parecem estar sob uma espécie de maldição: são marcadas por certos vícios e pecados, certos acontecimentos que vão aparecendo através das gerações. A verdade é que a maldição se repete porque falta a obediência aos ensinamentos bíblicos. O profeta Malaquias aborda essa questão de extrema relevância no contexto da maldição da família e como quebrá-la. Não é nada complicado, mas o inimigo faz tudo parecer difícil “ E converterá o coração dos pais a seus filhos e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição (Malaquias; 4,6). Se pais e filhos tiverem os corações convertidos uns aos outros, a terra não será amaldiçoada.
Rejeitando a Maldição
Se existe a consciência de maldições que se repetem, é preciso expulsar esse mal, quebrar as correntes, desfazê-las, impedir que o mal se repita. Por exemplo: famílias onde impera a pobreza, a miséria, a necessidade, provavelmente se acomodaram a tal situação que lhes sobreveio. Outras estão alimentando pensamentos de maldição no que diz respeito a doenças. Cultivam idéias de que o avô teve problemas e sofreu com alguma enfermidade; o pai da mesma forma, e, por certo, o filho também sofrerá do mesmo mal.
Semeando Benção
Na qualidade de filho de Deus, o crente está debaixo da benção, e enquanto permanecer nesse abrigo estará protegido da maldição. A Igreja é o Israel de Deus. Povo abençoado por quem Cristo já Se fez maldição (Gálatas; 3,13-14). Se a benção e a maldição estão no poder da língua, é preciso, pois, ter cuidado no falar. Se alguém amar e acreditar na maldição, certamente ela sobrevirá. Se, porém, alguém desejar a benção e a proteção divina e procurá-la, a benção virá. O crente é uma nova criatura que já deixou as coisas velhas para traz e, agora vive com Cristo em n ovidade de vida ( 2ª Coríntios; 5,17).
Jesus abençoou multidões, abençoou os Seus discípulos, as criancinhas, e até Seus próprios inimigos. O crente deve imitar esse belo exemplo, porque a Sua palavra também expressa poder e abençoa aqueles que estão aos seus cuidados, em seu redor. Experimente, pois abençoar seus filhos, seus pais, seus vizinhos, a sua Igreja, as autoridades, o seu bairro, a sua cidade, enfim, seu País.

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