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Não é um apelo emocional. Ao mesmo tempo em que pede a Jesus por justiça, Marta revela seu desejo de que a irmã seja igual a ela. Há muitas coisas pra providenciar até que tudo esteja do jeito que deve estar e Maria precisa me ajudar nisso.
Agitada, correndo de um lado para outro, cheia de coisas urgentes, sem tempo para ninguém (talvez nem para si), Marta não podia parar, nem ver ninguém parado.
Maria não retruca. Ela não tem nada a dizer. Talvez Marta estivesse certa. A própria Maria, por diversas vezes já se sentira culpada por não ser com sua irmã. Diversas vezes Maria se perguntara se algum dia ela seria tão esforçada e dedicada como a irmã e sentia-se culpada por não ser igual a ela. Mas Maria não disse nada, afinal Marta falara com Jesus.
Eu quase posso ver o sorriso no rosto de Jesus quando ele afirmou:
... Marta, Marta, estás ansiosa e perturbada com muitas coisas; entretanto
poucas são necessárias, ou mesmo uma só; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada. (Lucas 10:41 -42 ARA)
Você sabe por que está ansiosa, Marta? Você sabe o motivo da sua inquietação? Você está preocupada com muitas coisas! Sua vida está consumida em tantas atividades... E você é tão exigente em cada uma delas que sua alma está perturbada.
Não são necessárias tantas preocupações! A vida pode ser mais simples! Na verdade, Marta, apenas uma coisa é necessária para viver uma vida que rende louvor a Deus, e Maria fez a escolha certa.
Parecia injusto que Marta trabalhasse duro e Maria estivesse ouvindo Jesus. Mas ambas havia tomado essa decisão. Se Maria havia tomado a decisão de estar com Jesus, Marta tomara a decisão de dedicar-se às sua atividades.
O texto não diz que Maria não fizera nada. É provável que ela tivesse cumprido as tarefas que lhe cabiam, mas para Marta isso não bastava. Era preciso ir além, provar para toda a aldeia de Betânia que elas eram capazes de fazer tudo o que era necessário.
Marta, Marta... Maria escolheu a boa parte. Porque você escolheu a parte mais difícil?
João 11:1-45; Lucas 10:38-42,
Agar
Escrava egípcia, alvo de preconceito e desprezada por Sara e Abraão, Agar foi acolhida por Deus. Ela aprendeu que o Senhor é o Deus que nos vê em nossas angústias. Aprendeu também que obedecer-lhe é a melhor decisão que se pode tomar. Depois de haver fugido para o deserto, ela retornou para a casa de seus patrões e enfrentou a realidade da sua vida. Ela parou de fugir e decidiu confiar em Deus.
Maria
Uma jovem judia que ansiava por agradar a Deus. Maria disse sim para uma situação que aparentemente seria um desastre para sua vida: conceber antes do casamento um filho que seria gerado sem a participação de seu futuro marido. Maria estava disposta a abrir mão de seus sonhos para fazer a vontade de Deus. (1) Ela colocou suas emoções a serviço de Deus, (2) considerou o Senhor a fonte da sua alegria e (3) por isso tinha sobre si uma correta, nem aquém, nem além.
Lídia
Empresária do ramo de tecidos, próspera representante comercial dos fabricantes de Tiatira, Lídia descobriu que a vida não é só trabalho. Em um sábado, (1) ela parou os negócios para orar e falar sobre Deus. Foi aí que ela ouviu falar de Jesus. Sensível para as coisas eternas, Lídia (2) teve se coração aberto pelo Senhor para atender à palavra de Deus. (ocupar a mente, aplicar-se). Imediatamente, Lídia (3) colocou-se à disposição para servir, acolhendo Paulo e os demais irmãos como hospedes em sua casa.
Introdução
Hoje, vamos concluir essa série de mensagens sobre “As mulheres da Bíblia” refletindo sobre Marta, Maria e suas visões a respeito do mundo.
(38) Indo eles de caminho, entrou Jesus num povoado. E certa mulher, chamada Marta, hospedou-o na sua casa. (39) Tinha ela uma irmã, chamada Maria, e esta quedava-se assentada aos pés do Senhor a ouvir-lhe os ensinamentos.
(40) Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços. Então, se aproximou de Jesus e disse: Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me.
(41) Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário ou mesmo uma só coisa; Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada. (Lucas 10:38 – 42 ARA)
A Cidade
O pequeno povoado de Betânia era muito simples. Não havia nada de especial que fosse capaz de chamar a atenção para ele. Não era um centro comercial... Lá não havia em Betânia concentração de artesão... Também não era um local de peregrinação religiosa... Ou mesmo a terra natal de alguma pessoa importante. Mas para Jesus, Betânia era especial. Ali moravam seus amigos: os irmãos Marta, Maria e Lázaro.
Betânia era um pequeno vilarejo, que ficava na encosta oriental do monte das oliveiras, a cerca de três quilômetros de Jerusalém. Betânia era importante, porque ali moravam os amigos de Jesus.
As Irmãs
Marta e Maria. Porque não Maria e Marta? A preferência na ordem dos nomes pode indicar que Marta era a mais velha das irmãs e provavelmente a pessoa responsável pela casa. Maria era a mais nova. Assim, considerando o sistema patriarcal dos judeus, possivelmente Marta fosse uma viúva que liderava o seu lar.
No Brasil as estatísticas apontam para um crescimento constante, e significativo nas últimas décadas, do número de mulheres que lideram suas casas. Mulheres que vivem e lutam para manter seus lares funcionando, que se tornam responsáveis pelo sustento e manutenção de suas casas algumas vezes pela omissão e pelo abandono de maridos irresponsáveis e incapazes para assumir um dos papéis que lhe cabe no lar. Viúvas de maridos vivos. Provavelmente não era esse o caso de Marta, mas tudo indica que era ela quem liderava sua casa.
Marta e Maria eram irmãs, mas muito diferentes uma da outra. Elas viam o mundo de forma tão diferente que eram capazes de reagir de forma oposta ao viverem uma mesma situação.
Marta era uma mulher prática, realizadora, daquelas que começa e termina aquilo tudo o que faz. Marta sabia que certas coisas que precisam ser feitas não devem ser adiadas. A vida fica melhor quando tudo está no seu devido lugar. Marta não era dada a muitas surpresas. Seus dias eram planejados com antecedência. Rotinas são cansativas, mas são necessárias.
Maria era do tipo contemplativa. Emoções à flor da pele, Maria era capaz de esquecer da vida se alguém começasse a contar suas dores e alegrias. Para Maria cada dia era um novo dia, e podia trazer novos acontecimentos, mesmo ali no vilarejo de Betânia. As rotinas não eram seu forte, além do mais havia muitas pessoas precisando de alguém do lado para ajudá-las.
A morte de Lázaro
(João 11:1-45)
João, o evangelista, conta a história da morte de Lázaro, irmão de Marta e Maria. É impressionante o relato sobre a reação das duas irmãs.
Depois de usar os escassos recursos de que a medicina dispunha naqueles dias, Marta e Maria mandam avisar a Jesus que Lázaro estava doente. Elas sabiam que Ele poderia ir além das tentativas frustradas dos médicos.
Ao receber a notícia, ele diz aos discípulos que Lázaro está morto, mas que iria despertá-lo. Jesus recebe a notícia, mas não vai de imediato. Quando ele chega a Betânia, Lazáro estava morto há 4 dias.
Marta e Maria estavam arrasadas com a morte do irmão, provavelmente mais novo. João diz que muitas pessoas foram visitar as duas para consolá-las a respeito da morte do irmão. É nesse cenário que chega a notícia de que Jesus estava chegando à vila. Qual a reação das irmãs?
Marta, quando soube que vinha Jesus, saiu ao seu encontro; Maria, porém, ficou sentada em casa. (João 11:20 ARA)
Marta não pode esperar. Ela sabe por qual caminho Jesus está chegando. Ela viu seu irmão adoecer, tomou as providências necessárias e ainda assim viu a doença se agravar; tomou a iniciativa de avisar a Jesus, e ainda assim seu irmão morreu. Porque as coisas não estavam funcionando como deveriam? Ela não podia esperar. Correu ao encontro do mestre.
Maria não tinha forças para reagir. Seu coração estava partido. O irmão a quem tanto amava se fora. Ela ficara ao lado dele durante toda a enfermidade. Compressas quentes e chás (que Marta providenciara), noites em claro acompanhando a agonia do irmão. Mas ele se fora. Maria não conseguia se mover. Ficou sentada em casa esperando Jesus.
Marta sai em busca de Jesus. Se alguém poderia resolver tudo isso era Jesus. As coisas não estavam funcionando bem, mas Jesus poderia colocar tudo nos seu devido lugar.
Disse, pois, Marta a Jesus: Senhor, se estiveras aqui, não teria morrido meu irmão. Mas também sei que, mesmo agora, tudo quanto pedires a Deus, Deus to concederá. (João 11:21-22 ARA)
Ela conhecia o Mestre, sabia dos milagres que ele já fizera. Ela sabia que bastava uma oração de Jesus ao Pai. Mas para Marta, naquele momento, o amigo Jesus era apenas o meio para por em ordem o caos que tomara conta do seu mundo.
Jesus tenta consolar Marta dizendo que Lázaro voltaria à vida. Ela entra numa discussão teológica sobre a ressurreição do último dia. Jesus tenta explicar novamente para a agitada Marta: Eu sou a ressurreição e vida! Marta, esqueça seu irmão, esqueça sua vida certinha e organizada, acalme seu coração.
Jesus disse: “Sou eu quem levanta os mortos e dá a eles uma nova vida. Todo aquele que crê em mim, mesmo que morra como qualquer outro, viverá novamente. (João 11:25 BV)
Maria ainda está em casa. Marta fala com a irmã em separado e diz que Jesus a está chamando. Maria não tem forças, mais levanta e vai ao encontro de Jesus, que ainda não tinha entrado na cidade. As pessoas que estavam consolando Maria foram junto, pensando que ela iria chorar no túmulo do irmão.
Quando Maria chegou ao lugar onde estava Jesus, ao vê-lo, lançou-se-lhe aos pés, dizendo: Senhor, se estiveras aqui, meu irmão não teria morrido. Jesus, vendo-a chorar, e bem assim os judeus que a acompanhavam, agitou-se no espírito e comoveu-se. (João 11:32 – 33 ARA)
Então acontece ao que impressiona. Maria encontra Jesus e fala exatamente a mesma coisa que irmã havia falado. Mas ela não tem argumentos teológicos.
Ao ver Jesus ela se lança aos pés do mestre e chora. Maria não tem mais o que falar, ela chora abraçada aos pés de Jesus. E foi o lamento daquela mulher que moveu o coração Jesus, e ele chorou pela dor que todos ali estavam passando.
A visita de Jesus
Certa vez, Jesus e os discípulos chegam à pacata Betânia e imediatamente são acolhidos por Marta, Maria e Lázaro. Essa é outra bom ocasião para conhecermos um pouco mais sobre Marta e Maria.
Marta sabia o que fazer. Visitas em casa significava mais dedicação para que tudo estivesse em ordem. Ela não podia admitir que Jesus tivesse uma má impressão da casa, que as refeições não fossem especiais ou que algum dos visitantes não fosse atendidos em suas necessidades. Por isso Marta trabalhava duro.
Maria não tinha dúvidas. Não perderia nem uma sequer das palavras de Jesus. Ela sentou-se ao lado do Mestre para ouvi-lo falar sobre o Reino de Deus. Maria queria ouvir sobre as curas realizadas, sobre as perguntas dos fariseus e as respostas de Jesus. Maria queria ver através das palavras de Jesus tudo aquilo que Deus estava fazendo.
Duas maneiras diferentes de ver o mundo. Dois jeitos diferentes de enxergar a vida.
Marta sentiu-se injustiçada. Realmente não era justo. Enquanto ela trabalhava duro para que tudo fosse perfeito. Maria estava sentada ouvindo Jesus. Depois de planeja o que dizer, Marta toma coragem e reclama com Jesus:
Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços. Então, se aproximou de Jesus e disse: Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me. (Lucas 10:40 )
Marta ou Maria
Eu sei que há Martas e Marias aqui hoje. Depois de ouvir um pouco da vida dessas duas mulheres, podemos ser tentados a condenar as Martas e absolver as Marias e deixar de aprende lições preciosar. A vacina contra esse erro é olhar para Jesus.
(1) O Senhor ama tanto as Marias como as Martas. Ele escolheu ambas para serem suas amigas. O apóstolo João registrou bem isso: Ora, amava Jesus a Marta, e a sua irmã, e a Lázaro. João 11:5
Maria, você não precisa tentar seu igual a sua irmã. Não dê lugar ao sentimento de culpa apenas porque vocês são diferentes. Você sabe que o mundo em estamos é o mundo de Marta, mas não ceda à tentação de correr... Seu coração não vai suportar.
Marta, Marta... Cuidado com o seu jeito de ver o mundo. Quando a vida começa a se tornar uma seqüência interminável de tarefas a serem cumpridas... Quando você acha que vai conseguir controlar tudo... Quando o limite da exigência, consigo e com os outros, é extrapolado... Quando as pessoas se tornam meros instrumentos para alcançar resultados... Você precisa mudar o seu jeito de ver o mundo.
É preciso voltar aos pés de Jesus e ouvir novamente suas palavras... Reencontrar as prioridades da vida... Amar as pessoas ao seu redor... Aprender a chorar nos pés de Jesus... Reaprender a confiar nele... Marta, Marta, porque andas ansiosa... Uma coisa só basta: a presença do filho de Deus.
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"Seu marido é conhecido nas portas, e assenta-se entre os anciãos da terra" (Provérbios 31: 23).
"Quando eu saía para a porta da cidade, e na rua fazia preparar a minha cadeira..." (Jó 29: 7).
Quando o Salmista clama: "Levantai, ó portas as vossas cabeças..." (v. 7), ele profetizou acerca dos poderosos (príncipes, juízes, magistrados, anciões, nobres etc.) que exercem domínio e juízo entre os homens.
Quando os homens, à época de Jó, viam-no aproximar-se da "porta" da cidade, ou seja, do lugar próprio aos que exerciam a liderança na antiguidade, eles de pronto preparavam a cadeira (lugar) para Jó se assentar. Os jovens deixavam o recinto, os príncipes nada diziam e os velhos colocavam-se e permaneciam em pé em sinal de reverência Jo 29: 7- 10
Ao registrar a profecia que sua mãe havia ensinado, o rei Lemuel deixou registrado que a mulher, quando cheia de virtudes, faz com que o seu marido assuma posição de destaque às portas da cidade, assentando-se entre os anciões da terra Pv 31: 23.
Ou seja, o 'assentar-se' à porta em Provérbios 31: 23 é o mesmo que a 'cadeira preparada' no livro de Jó 29: 7.
Observa-se que o lugar onde os magistrados, príncipes, sábios, etc reuniam na antiguidade era denominado de "portas". As portas eram vetadas as pessoas comum do povo. Somente os que exerciam influencia na sociedade é que poderiam ter acesso ao local denominado "portas".
Vemos então que o verso 7 do Salmo 24 refere-se ao domínio eterno de Cristo, quando na segunda vinda, como filho de Davi, Rei e Senhor de toda a terra. De igual modo, ele já se assentou na condição de Senhor nos céus.
"Levantar" é sinal de reverência e admiração, ou seja, quando o salmista profetiza: "Levantai, ó portas, ...", ele diz para que os que exercem domínio levantem-se em reverência àquele que subiu ao monte do Senhor e que se assentará para reinar no seu Santo monte!
'Levantar' é um sinal de respeito. É uma forma de reconhecimento de que àquele que adentrou nalgum recinto é digno de reverência. É uma ato semelhante ao recomendado por Davi: "beijai o Filho".
Enquanto que 'beijar o Filho' é um reconhecimento da divindade de Cristo Sl 2: 12, 'levantai' refere-se ao ato reverente dos que exercem domínio quando Cristo se assentar para reger com vara de ferro as nações Sl 2: 9.
É o mesmo que dizer: Levantem-se e reverenciem o Rei da Glória, pois ele entrou e se assentou entre as nações para exercem o domínio.
O ato de levantar diz da reverência àquele que entrou no lugar próprio, ou que por direito exercerá o domínio. Os homens que exercem o domínio devem levantar, deixando as suas posições, ou seja, levantar 'as cabeças'. Porta, portais, ou entradas diz do local em que há o exercício do poder nos reinos, principados e potestades.
Além de Jesus exercer o domínio entre os homens, Ele exercerá o domínio sobre os principados e as potestades celestiais Ef 3: 10, e por isso o Salmo diz: "... levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória" (v. 7).
As "entradas eternas" (portas) diz de um reino que não é deste mundo onde Cristo exercerá domínio para sempre.
Agora, após definir os elementos que compõe os versos 7 a 10 do Salmo 24, falta analisar a sua composição geral.
Os versos 1 e 2 demonstram a quem pertence a terra e porque pertence a Ele o domínio "Do Senhor é a terra (...) pois ele a fundou..." (vs. 1 e 2). A terra pertence ao Senhor porque Ele a estabeleceu.
O primeiro ciclo de perguntas indaga sobre quem se assentará no santo lugar, o monte santo do Senhor (v. 3), e completa-se com o segundo ciclo de perguntas: "Quem é o rei da glória?" (v. 8).
O rei da glória que entrará e assentará diante dos que O reverenciam (cabeças) levantando-se é Cristo Jesus, o Senhor. Ele é o Senhor de toda a terra (v. 1), Aquele que é limpo de mãos e puro de coração (v. 4), o Rei da Glória (v. 8)!
"As portas" diz do governo humano, e os "portais eternos" da regência (domínio) celestial. Cristo é poderoso em batalhas (forte e poderoso) e Ele mesmo conquistará os reinos e o domínio sobre toda a terra com mão poderosa. Ele se assentará para dominar a todos os povos "Quem é esse Rei da Glória? O Senhor forte e poderoso, o Senhor poderoso na guerra" (v. 8).
O rei da Glória é o mesmo que está entronizado entre os serafins, pois Ele é o Senhor dos Exércitos (v. 10) "E clamavam uns aos outros, dizendo: Santo, Santo, Santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória" (Isaías 6: 3).
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bendito e louvado seja o deus de nossos pais, o deus de abraão, de isaque e de jacó, o deus de nosso senhor e salvador jesus cristo.
"bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;" (Mt 5:6)
bendito seja o santo nome porque pelo profundo amor e respeito por seu sagrado e santo nome ele tem movido céus e terra para cumprimento de sua palavra, para nossa alegria e felicidade, porque temos um deus que nos dá seus mandamentos.
que nos permite que estejamos nele, que suas palavras estejam em nós e que cumpre em nossas vidas tudo o que de coração contrito lhe pedimos; não por merecimento nosso, mas tão somente, porque a maravilhosa graça do pai eterno nos basta.
"Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele." (Jo 14:21)
"Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.
Nisto é glorificado meu Pai: que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.
Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor.
Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor." (Jo 15:7-10) e ele te manda dizer, que neste dia, exatamente no dia que teu coração treme, chora, e angustiado clama; ele levanta-se de seu trono de glória e te manda a mensagem de que tuas orações foram ouvidas, de que tuas esmolas foram aceitas.
"E havia em Cesaréia um varão por nome Cornélio, centurião da coorte chamada italiana,
piedoso e temente a Deus, com toda a sua casa, o qual fazia muitas esmolas ao povo e, de contínuo, orava a Deus.
Este, quase à hora nona do dia, viu claramente numa visão um anjo de Deus, que se dirigia para ele e dizia: Cornélio!
Este, fixando os olhos nele e muito atemorizado, disse: Que é, Senhor? E o anjo lhe disse: As tuas orações e as tuas esmolas têm subido para memória diante de Deus." (At 10:1-4)
ele aceita e te lembra que seu templo é teu coração.
ele te lembra que nunca te abandonou, que habita em ti e que te ama com o profundo amor, com que somente ele te pode amar.
"E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.
Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei;
e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso." (2 Co 6:16-18)
preserva-te do mal, afasta-te do mal, regozija-te no bem.
porque já habita em teu meio aquele que é, foi e sempre será.
aquele que se chama "yhwh", aquele cujo reino é eterno e absoluto, que não divide sua glória com ninguém, porque ele a si mesmo se basta, portanto, o grande e maravilhoso "eu sou".
creia tão somente, porque ele de ti se agrada, e por isso te chamou.
creia tão somente porque tuas bençãos estão sendo entregues, pelo rei dos reis e senhor dos senhores.
"Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam." (Hb 11:6)
apenas te afasta da malícia, da maldade, da devassidão, cumpra o que ele tem requerido de ti, porque ele é fiel para cumprir em tua vida tudo o que lhe tem reservado, desde antes da fundação do mundo.
porque a ele pertence céus e terra, honra, poder, glória e majestade.
e a grande promessa ele já te entregou com antecedência lá no calvário, e está te entregando algumas outras agora, e te entregará muitas outras ainda ao longo de tua caminhada.
"Pelo que, rejeitando toda imundícia e acúmulo de malícia, recebei com mansidão a palavra em vós enxertada, a qual pode salvar a vossa alma.
E sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.
Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não cumpridor, é semelhante ao varão que contempla ao espelho o seu rosto natural;
porque se contempla a si mesmo, e foi-se, e logo se esqueceu de como era.
Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecido, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito." (Tg 1:21-25)
apenas persevera na obra que ele te mandou a executar e cumpre a tua parte, diz aquele que é.
"E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi, o que abre, e ninguém fecha, e fecha, e ninguém abre:
Eu sei as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome.
Eis que eu farei aos da sinagoga de Satanás (aos que se dizem judeus e não são, mas mentem), eis que eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés, e saibam que eu te amo.
Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra." (Ap 3:7-10)
ele não te esqueceu, ele não te esquece e ele não te esquecerá.
portanto é pura perda de tempo satanás estar a fazer caretas em tua vida, porque tua vida pertence ao rei da glória.
tua vida pertence àquele que deu seu filho unigênito por ti lá no madeiro.
então às caras feias de satanás, o teu olhar de desprezo.
porque ele nada pode.
não esqueça, nem um só fio de cabelo de tua cabeça cairá sem a permissão daquele "que é", tudo sabe, tudo vê e tudo pode.
lembre-se de que quando ele manda, até o diabo obedece.
portanto, determine, porque em nome de jesus, tua vitória já está garantida.
que teu ano de 2010, seja o ano da vitória, porque é o ano da virada em tua vida.
assim, eu te abençoo em nome do pai, do filho e do espírito santo, amém e amém! - (igreja evangélica santo dos santos - pastor ely vidal - fone +55-41-3338-6234 - (vivo) +55-41-9109-8374 - (tim) +55-41-9821-2381 - msn: pastorelyvidal@hotmail.com - ano novo - 311209)
(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja preservada a fonte)
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(Ex; 12,1-14)
Talvez possa parecer estranho falarmos sobre a Páscoa Judaica no Ano Novo. Afinal de contas, a Páscoa é comemorada em março ou abril, e nós estamos ainda no mês de janeiro. Mal acabamos de comemorar o nascimento de Cristo, qual o sentido em se falar de Páscoa justo agora?
No entanto, para a Bíblia, faz todo o sentido do mundo falarmos hoje sobre a Páscoa. Afinal, o Ano Novo Judaico começa com a expectativa da celebração da Páscoa. Como está escrito no versículo 2, o mês de abibe deveria ser o principal dos meses, o mês em que o ano deveria ser aberto. Ao contrário do nosso calendário, em que o grande mês do ano é o último, e janeiro parece ser o mais insignificante dos meses, aonde as igrejas ficam vazias e se diz que o Brasil está parado até o Carnaval, o Ano Novo Judaico era o início de um mês alegre e festivo, aonde Israel parava para celebrar a gloriosa libertação que Deus fez por eles no Egito!
E quanto a nós, para aonde estamos olhando neste Ano Novo? Para as dificuldades que enfrentamos em 2009, e que gostaríamos de esquecer? Para as nossas famosas “promessas de reveillon”, aonde nós prometemos consertar ou melhorar alguma coisa em nossas vidas? Ou iniciamos o nosso ano com os olhos fixos em Jesus Cristo, dispostos a nos lembrar e a celebrar tudo aquilo que Deus fez por nós? Hoje, nesta virada de ano, gostaria de convidá-los a iniciarmos 2010 de forma diferente. Ao invés de ouvirmos mais uma pregação sobre como ser feliz ou sobre como conquistar vitórias pessoais em 2010, gostaria de convida-los a passar um Ano Novo com Jesus.
CONVIDE JESUS PARA PASSAR O ANO NOVO COM VOCÊ
Para que isso aconteça, a primeira coisa que devemos fazer é convidar a Jesus para passar o Ano Novo conosco, com a nossa família e com os nossos vizinhos. Ora, todos nós sabemos que a Páscoa Judaica era uma sombra da verdadeira Páscoa, que é a Páscoa Cristã. A Páscoa Judaica está repleta de símbolos que apontam para o sacrifício que Jesus Cristo fez a nosso favor, e o cordeiro é um destes símbolos.
O cordeiro é o símbolo mais importante da Páscoa porque o cordeiro simboliza o próprio Senhor Jesus. Como está escrito no Evangelho de João, capítulo 1, versículo 19, João Batista diz que Jesus é o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Podemos ver mais semelhanças quando olhamos para o cordeiro que devia ser imolado na Páscoa. O versículo 5 de Êxodo 12 nos diz que o cordeiro deveria ser “sem defeito, macho e de um ano de idade”. Jesus Cristo também era o homem sem defeitos, macho e jovem. Ele é o verdadeiro Cordeiro!
Mas, o que Êxodo 12 nos diz sobre como o cordeiro deveria ser comido? No versículo 3, Moisés diz que deveria haver um cordeiro para cada família. No versículo seguinte, ele diz que, caso a família fosse muito pequena, então os vizinhos deveriam ser convidados para participar da refeição. Mas, independente do tamanho da família, uma verdade é ressaltada: o cordeiro não poderia ser comido por uma única pessoa! A refeição da Páscoa não deveria ser uma refeição solitária, mas sim uma refeição comunitária! Do mesmo modo, Cristo não pode ser apenas uma experiência solitária de nossa espiritualidade, mas deve também ser vivido de forma comunitária!
Amados, uma das lacunas mais sérias do protestantismo é a nossa exagerada tendência ao individualismo. Estamos muito preocupados em recebermos bênçãos de Deus para a nossa vida pessoal, em adorarmos a Deus à nossa maneira ou em vivermos a nossa fé particular com Deus. Mas ignoramos a verdade bíblica de que Deus está formando uma família, um povo e um Corpo para Cristo, e que, portanto, nenhum cristão pode viver a sua fé como se fosse uma ilha! Jesus não morreu por nós na cruz para que vivêssemos separados uns dos outros! Cristo morreu por nós para formar um povo, uma comunidade, e se você é cristão, você é parte desta comunidade!
Assim como o cordeiro não deve estar ausente da mesa na Páscoa Judaica, Jesus não deve estar ausente de nossos corações no Ano Novo Cristão. Mas Jesus também não deve estar ausente dos corações de nossos familiares, de nossos vizinhos e de nossos amigos. Cabe a nós, como cristãos, a responsabilidade de, não apenas neste Ano Novo, mas em todos os dias do ano, de convidarmos os nossos pais, irmãos, filhos, parentes, amigos e vizinhos de se sentarem conosco na mesa do Cordeiro de Deus, para podermos desfrutar da presença de Jesus.
PROVE JESUS EM SUA VIDA
Um segundo aspecto que devemos nos lembrar neste Ano Novo é que nós devemos provar, experimentar e saborear a Jesus, e não apenas vê-lo. Assim como o cordeiro da Páscoa estava lá para ser comido, e não apenas para ser admirado, nós também devemos nos alimentar de Jesus, e não apenas olhar para Ele. Esta verdade é ressaltada pelo próprio Jesus em João; 6,53-57:
53 Jesus, pois, lhes disse: Na verdade, na verdade vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos.
54 Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.
55 Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida.
56 Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.
57 Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim, quem de mim se alimenta, também viverá por mim.
Jesus disse que nós deveríamos comer a sua carne e beber o seu sangue para que pudéssemos ter a vida eterna! Disse mais, pois quem come a carne e bebe o sangue de Cristo, esse permanece em Cristo e Cristo permanece nele. Quem se alimenta de Jesus, vive por Jesus!
É claro que Jesus não está falando aqui sobre canibalismo. O que Jesus está dizendo é que nós precisamos aceitar, pela fé, que o sacrifício que Ele fez na cruz é suficiente para a nossa salvação. Mas não é apenas isso. Quem se alimenta de Jesus, permanece em Jesus. E quem realmente “come e bebe” de Cristo são aqueles que vivem por Jesus!
E aqui eu volto para Êxodo capítulo 12. O verdadeiro cristianismo é aquele que vive, integralmente o ensino de Jesus, e não aquele que vive de modo parcial o Evangelho de Cristo. O cordeiro deveria ser comido todo na noite da Páscoa, nada dele deveria sobrar! De igual modo, devemos aceitar tudo aquilo que Jesus fez e ensinou, e não apenas aquilo que nos é agradável.
Mais do que isso, o cordeiro deveria ser cozido no fogo, nada dele deveria estar cru ou ser cozido em água. Se vocês me permitem a alegoria, eu vejo o fogo aqui como o sofrimento experimentado por Jesus. Jesus sofreu em nosso lugar, e como nos alerta o apóstolo Paulo em Atos; 14,22, é “através de muitas tribulações que nos importa entrar no reino de Deus”. O Evangelho significa redenção, bênçãos, uma boa carne de cordeiro assada. Mas também é pão sem fermento e ervas amargas, porque, enquanto estivermos neste mundo, o verdadeiro cristão irá experimentar sofrimentos. Irá sofrer na sua luta contra os pecados da carne. Irá sofrer na sua luta contra as forças espirituais da maldade. Irá sofrer na sua luta contra o mundo e as suas estruturas injustas que escravizam a humanidade. Chamar Jesus para a mesa e recusar-se a comer as ervas amargas é a mesma coisa que professar um cristianismo incompleto e superficial.
Mas, animemo-nos com as palavras de Paulo em Romanos; 8,18:
“Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós”.
Andar com Jesus não é apenas sofrimento. É, antes de tudo, esperança e promessa de vitória. E é com esta esperança que devemos entrar o ano de 2010.
PASSAR O SANGUE NA PORTA
Uma última coisa que nós devemos estar nos lembrando como cristãos no Ano Novo é que precisamos passar o sangue do cordeiro na porta. O sangue de Jesus deve estar na porta de nossas casas, de nossas famílias e de nossos corações.
De nada adianta chamarmos os nossos amigos para conhecerem a Jesus e tentarmos, por nossas próprias forças, viver o Evangelho de forma integral se o sangue de Jesus não estiver na porta de nossos corações. Somos o que somos, não por causa de nossas obras ou méritos, mas única e exclusivamente por causa do que Jesus fez por nós.
Em 1ª João; 1,7, João nos diz que “o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado”. Em Apocalipse; 7,14, vemos que os santos são aqueles que “lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro”. Em Marcos; 14,24, vemos que Jesus derramou o seu sangue em favor de muitos.
O que estes textos significam? Eles nos dizem que é por meio da morte de Jesus na cruz que nós estamos livres da pena imposta por Deus aos pecadores, a saber, o inferno. Mas eles dizem mais do que isso. Eles nos dizem que o sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado! Purificar é muito mais do que ser perdoado. Quando nós somos purificados do pecado, o pecado é removido de nossas vidas! Purificação é remoção de pecados, e não apenas remoção da culpa! Quando lemos em Apocalipse que os santos alvejaram suas roupas no sangue, isso significa que a sujeira saiu de suas vestes. Isto é muito mais do que dizer que suas roupas foram declaradas limpas, porque elas foram mesmo limpas! Deus não mente quando diz que os seus filhos são justos, porque os filhos de Deus são
feitos, de fato, em novas criaturas, e o nosso novo eu é de fato justo! E o que nos torna justos é o sangue de Cristo, e este sangue foi derramado em favor de muitos. Foi derramado a meu favor, a seu favor e a favor de todos aqueles que são salvos pela graça de Cristo!
Amados, crer que o sangue de Cristo nos purifica de todo o pecado é muito mais que crer que Jesus nos livrou do inferno. Crer que Jesus nos purifica é crer que, em Cristo Jesus, qualquer pecado pode ser vencido! Jesus é maior do que a pornografia, do que o adultério, do que o homossexualismo. Jesus é maior do que a avareza, do que a ganância, do que os roubos. Jesus é maior do que o ódio, a ira pecaminosa e o assassinato. Jesus é maior que o pecado!
Mas não adianta apenas sabermos desta verdade. É preciso passar o sangue na porta. É preciso beber do sangue de Jesus. É preciso pedir: “Pai, me purifica! Pai, me liberta! Eu creio, creio que o Senhor é maior que o meu pecado, e que o Senhor pode me libertar! Pai, eu creio!”.
Meus amados, hoje, dia 1 de Janeiro de 2010 pode ser, de verdade, um dia de transformação nas nossas vidas. 2010 pode ser um ano diferente, basta, tão somente, que nós nos entreguemos a Cristo, que depositemos a nossa esperança em Cristo, e não em nossa própria força ou poder.Normalmente eu não gosto de fazer resoluções de Ano Novo, mas este ano, enquanto eu fazia uma meditação, eu fiz uma resolução. Eu quero, este ano, que Jesus me liberte de um pecado que tem me acompanhado ao longo dos anos. Eu quero, hoje, neste 1º dia, entrar 2010 passando o sangue na porta da minha vida, exatamente em cima deste pecado que há anos vem me causando tristeza e vergonha diante do meu Deus. Eu quero terminar 2010, louvando a Deus pela purificação de meus pecados! E eu tenho fé de que Deus, o meu Deus, por meio do sangue de seu Filho, me dará esta vitória!Amado, não sei no que esta mensagem falou ao seu coração. Talvez Jesus seja uma experiência solitária para você, e em 2010 Deus te chama para experimentar a Jesus com a sua família e com a sua comunidade. Talvez você não tenha provado a Jesus em sua vida e tenha vivido um cristianismo parcial e incompleto, e hoje Deus esteja te chamando para experimentar Jesus em sua plenitude e inteireza. Talvez você, assim como eu, esteja lutando contra um ou mais pecados em sua vida e já não suporte mais ser humilhado por Satanás. Se você tem perdido a sua esperança e as suas forças na luta contra o diabo e contra um pecado em particular, junte-se a mim, e busque a presença de Jesus em 2010.Feliz ano novo, feliz 2010!
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Diante das situações que encontramos, as vezes passamos por provas e culpamos a Deus e ao mundo pelo nosso fracasso, e não entendemos o agir de Deus nas nossas vidas. Neste estudo estaremos aprendendo alguns itens que nos fará entender o que realmente Deus quer fazer nas nossas vidas. No texto em que nós lemos, Tiago disse que é bem-aventurado o varão que sofre a tentação, porque quando for provado receberá a coroa da vida (Tg 1:12). As vezes convertemos ao Senhor e achamos que é tudo as mil maravilhas, que é bom louvar, que é bom pregar etc. Mas quando vem as provas desanimamos. Na caminhada há rosas, mas há espinhos também. Desde o princípio Deus tem permitido aos seus servos serem provados para que, como vencedores sejam aprovados diante dos homens, dos anjos, e do diabo. É bem aventurado quem sendo tentado, permanece fiel a Deus, tornando-se assim digno de receber a coroa da vida.
MAS AFINAL O QUE E TENTAÇÃO?
O conceito de tentação é ato ou efeito de tentar, disposição de ânimo para a prática das coisas diferentes. Biblicamente podemos dizer que é um convite ao pecado. Na epístola de Tiago a palavra tentação pode-se dizer também como perseguição, lutas provações pelas quais o crente pode passar. A ORIGEM DA TENTAÇÃO. A TENTAÇÃO TEM TRÊS ORIGENS DA PARTE DA CARNE
A Bíblia diz que não nos veio sobre vós tentação senão humana (1Co 10:13). Neste texto podemos entender que tentação humana quer dizer que é própria da natureza carnal do homem (Romanos 5:7) - Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer. (Romanos 5:8) - Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. (Gálatas 5:13) - Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Ela tem seu aspecto mal pernicioso incitador ao pecado. A carne é o centro pecaminoso, (Romanos 13:14) - Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo, e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências. Dela vem o pecado e suas paixões (Gl 5:17-21). Na carne não habita coisa boa (Rm 7:18). Devemos salientar que o termo carne, aqui não se refere ao corpo, que não tem nada de mal em si mesmo, mas sim à natureza carnal, herdada de nossos pais. O corpo é morada do Espírito Santo. (1Co 6:19-20).
DA PARTE DO MUNDO
O mundo como fonte de tentação não é o mundo físico, criado por Deus, a palavra mundo emprega-se frequentemente para designar seus habitantes, como em (Sl 9:8). (Isaías 13:11) - E visitarei sobre o mundo a maldade, e sobre os ímpios a sua iniqüidade; e farei cessar a arrogância dos atrevidos, e abaterei a soberba dos tiranos. No campo teológico, a palavra mundo, porém é o sitema que se opõe de forma persistente e sistemática ao reino de Deus. Porque tudo o que há no mundo é a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai e sim do mundo (1Jo 2:15-
16). o homem, ele só tem tristeza, angústia e decepção, mas Jesus tem a vida e vida em abundância.
DA PARTE DO DIABO
É a fonte mais cruel da tentação, seu caráter é sempre destrutivo. Da tentação não escapou nem o Senhor Jesus. Após o batismo pelas águas, ele foi conduzido pelo Espírito para ser tentado pelo diabo (Mt 4:1), ele foi o único que não caiu em pecado (Hb 4:15). Veremos alguns homens que foram tentados, homens de Deus do porte de Sansão, Abraão, Davi e tantos outros a fazerem o que não era da vontade de Deus, e isso acarretou sérios prejuízos para as suas vidas. Os homens são tentados a praticar toda espécie de males, crimes, violência, estrupos, brigas, guerras, mentiras, calúnias, roubos etc. Até os cristãos em Jesus são vítimas da ação do maligno, quando causam prejuízos a igreja do Senhor, com escândalos, calúnias, invejas, divisões, rebeliões busca pelo poder, politicagem religiosa, e tantas outras coisas ruins.
O PROCESSO DA TENTAÇÃO É DA SEGUINTE FORMA
· ATRAÇÃO DO DESEJO. O ser humano é atraido pelo pecado.
· SEDUÇÃO. Ele é seduzido pelo pecado.
· O PECADO É GERADO. Ele gera o pecado na mente.
· O PECADO É CONSUMADO. Isso gera a morte.
MAS QUAL É A DIFERENÇA ENTRE PROVAÇÃO E TENTAÇÃO?
A tentação, conforme estudamos é sempre uma indução ao mal, ao pecado. A provação no entanto, não tem esse sentido. Quando a Bíblia diz que Deus tentou alguém, devemos entender que Deus o provou. Tiago diz que ninguém sendo tentado diga: De Deus estou sendo tentado, porque Deus não tenta a ninguém. Quando alguém diz assim: Eu fui tentado por Deus, isso pode ser entendido como provação. Abraão só foi considerado o pai de todos os que crêem, porque creu e foi tentado, ou seja foi provado por Deus (Gn 22:1-18). Tiago exorta os crentes a terem grande gozo, quando cairem em várias tentações, sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência, ele considera uma bem aventurança o crente sofrer a tentação, porque quando for provado receberá a coroa da vida (Tg 1:12). (Tiago 1:13) - Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. A Bíblia diz que somos tentados pelos nossos próprios desejos, e esse desejo pode dar a luz ao pecado e o pecado consumado gera a morte. Mas como explicar a tentação da mulher de Potifar, quando queria seduzir José? Ou o cristão não pode ser tentado? Pelo contrário em todo o momento somos tentados, mas não por Deus porque Deus não tenta a ninguém Ali foi uma ação do inimigo para separar José de Deus. Não podemos ceder a tentação, mas resistir a ela. (Tiago 4:7) - Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.
EU APRENDO SEIS COISAS AQUI
Deus não tenta a ninguém. Deus nos prova para saber o que está dentro do nosso coração. As provas é para fazer-nos crescer na presença do Pai. A prova é sinal de uma grande vitória. A prova é mais uma oportunidade de chegarmos mais perto de Deus. A prova é mais um vestibular na vida do cristão.
É CERTO PASSAR POR PROVAS?
Em meio a tantos sofrimentos lá no mundo, será que ainda temos que passar por provas? O ser humano acha que o fato de aceitar ao Senhor Jesus ele não terá mais sofrimento, não terá mais tribulação, não terá mais lutas, que na caminhada ao céu ele não terá que passar por tudo que ele sofreu lá no mundo. E essa é a causa de muitos se desviarem dos caminhos do Senhor. É necessário passarmos por provas, pois se passamos por provas saberemos que o Senhor Jesus nos ajudará a carregar a nossa cruz até a sua volta. (João 16:33) - Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo
tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. (II Corintios 4:8) - Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados.
QUAL A RAZÃO DE SERMOS PROVADOS?
Nada é de graça, tudo tem um preço, e essa é a razão de exercermos a nossa fé. Quando somos provados, como diz o hino é uma chance de crescermos um pouco mais. É um sinal que devemos provar a nossa fé. As provações são para os cristãos como o fogo é para o ouro. Quanto mais apurado pelo fogo melhor é a qualidade e o valor do ouro. Assim somos nós precisamos ser passados pelo fogo para sermos puros e justificados diante de Deus. Assim também somos nós, não adianta sermos encontrados por Jesus, temos que nos tornarmos como um metal que tine sinceridade e fidelidade. E este brilho ganhamos quando passamos pelo fogo das provações. (Provérbios 27:21) - Como o crisol é para a prata, e o forno para o ouro, assim o homem é provado pelos louvores. Precisamos entender que nem sempre as provações são consequências de pecados. Porque nada acontece na vida do cristão por acaso. É preciso entender que provação não é ser tentado pelo diabo.
O QUE AS PROVAS NOS TRÁS?
· Desânimo.
· Tristeza.
· Vontade de parar na caminhada.
· Vontade de blasfemar.
O PRIMEIRO OBSTÁCULO DO CRISTÃO, É PENSAR QUE TUDO É UM MAR DE ROSA NA VIDA CRISTÃ
Precisamos entender que a pregação do evangelho não exclui o sofrimento humano, existem líderes religiosos que na tentativa de promover o crescimento de suas igrejas, acabam iludindo as pessoas, levando-as acreditar em uma doutrina infundada, onde se apregoa que aqueles que serve a Deus não pode passar por provações e aflições. Mas o que a Bíblia diz? Jesus alertou os discípulos dizendo que no mundo teríamos aflições (Jo 16:33). isto nos indica que o cristão não está isento das provações, é mister passar por elas. A afirmação de Jesus que no mundo teríamos aflições contraria radicalmente qualquer mensagem que diga que o cristão não pode passar por provações. Precisamos padecer com as provações do presente para enxergarmos a glória do porvir. (Romanos 8:18) - Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.
DEUS PROVA O NOSSO CARÁTER. SENDO QUE A PROVAÇÃO É UM TRATAMENTO DE CARÁTER. MAS AFINAL O QUE É CARÁTER?
É um conjunto de traços psicológicos ou morais positivos ou negativos que caracterizam um indívíduo. O ser humano nunca admite que ele é falho e que essas falhas precisam ser tratadas. O Senhor usa as provações como instrumento para tratar o nosso caráter. Um dos maiores problemas do ser humano tem sido justamente as falhas de caráter, que podem levar ao pecado. Deus usa as provações para aperfeiçoar o nosso caráter. Existe algo porém que precisamos saber, não podemos conformar com as provações, porque isso é uma porta aberta para dar vasão ao pecado. (Êxodo 20:20) - E disse Moisés ao povo: Não temais, Deus veio para vos provar, e para que o seu temor esteja diante de vós, afim de que não pequeis. Analisaremos a vida de alguns personagens da Bíblia para que entendamos as provações.
A SAIDA DE ISRAEL DO EGITO VAMOS VER A PROVA QUE OS ISRAELITAS PASSARAM NO DESERTO
Israel permaneceu 400 anos sobre o domínio de Faraó no Egito escravizado, mas quando Deus os tirou de lá, Israel ficou liberto daquela opressão (Ex 3:7-8). Mas depois
da libertação, surgiu então as primeiras provas. (Deuteronômio 8:2) - E te lembrarás de todo o caminho, pelo qual o Senhor teu Deus te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, e te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias os seus mandamentos, ou não. Foi isso que aconteceu com o povo de Israel no Egito, eles andaram 40 anos pelo deserto, sendo humilhados, maltratados, mas eles não gastaram as suas roupas.
QUAIS FORAM ESSAS PROVAS?
Foram inúmeras, destacaremos algumas. a primeiras delas foi:
A MURMURAÇÃO
A murmuração é um mal que deixa o Senhor triste, e isso tem afetado o povo de Deus.
A SEGUNDA FOI A FALTA DE FÉ
Os Israelitas não tinham fé suficiente para saber que Deus era o único que poderia salvar eles naquele momento, na travessia do mar vermelho. A falta de fé as vezes nos faz esquecer de Deus. Alguém diz assim há eu não aguento mais, a prova está difícil demais, Deus precisa ter misericórdia de mim. Deus não coloca um fardo que você não possa carregar. (I Corintios 10:13) - Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar.
A TRAVESSIA DO MAR VERMELHO E A PERSEGUIÇÃO DOS EGÍPCIOS
(Êxodo 14:11) - E disseram a Moisés: Não havia sepulcros no Egito, para nos tirar de lá, para que morramos neste deserto? Por que nos fizeste isto, fazendo-nos sair do Egito? Notamos que este foi o primeiro obstáculo enfrentado por Israel, este sinal da murmuração nós temos herdado do povo de Israel, por qualquer coisa nós murmuramos contra o Senhor. Se não recebemos a nossa benção culpamos ao Senhor, e não entendemos o agir de Deus. Precisamos entender que o mesmo Senhor que nos libertou do mundo da escravidão tem poder para abrir porta aonde não tem. Que tem poder para erguer o pobre necessitado para os colocar entre os príncipe da sua obra.
AS ÁGUAS DE MARA E DE ELIM
Foi outra murmuração do povo. (Êxodo 15:24) - E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber? Aquelas águas eram amargas e os israelitas não puderam beber da água porque elas eram amargas. Eles não tinham convicção da tal situação, que o Deus Todo Poderoso que os tirou de lá com mão forte não poderia tirar água do nada. Não foi isto que aconteceu? Ele não tirou água da rocha? (Êxodo 17:2) - Então contendeu o povo com Moisés, e disse: Dá-nos água para beber. E Moisés lhes disse: Por que contendeis comigo? Por que tentais ao Senhor? Quando questionamos a Deus alguma coisa, a Bíblia diz que nos colocamos a Deus em prova (Ex 17:2). (Êxodo 17:6) - Eis que eu estarei ali diante de ti sobre a rocha, em Horebe, e tu ferirás a rocha, e dela sairão águas e o povo beberá. E Moisés assim o fez, diante dos olhos dos anciãos de Israel. As vezes nós impomos a Deus dizendo: Senhor eu não aceito isto, ou aquilo, nós não temos condições de aceitar nada, mas sim de submeter a vontade divina. A história de José é uma prova de quando Deus quer agir na vida de um homem, ele usa vários artifícios para abençoar o mesmo. José fazia parte da linhagem dos filhos de Jácó. Era o filho que ele mais amava, pois nasceu na sua velhice. E isso despertava um ciúme nos outros filhos de Jacó. Dos filhos de Jacó, José achou graça diante de Deus. Era este jovem de dezessete anos de idade, quando Deus o visitou em sonhos. José teve sonhos doados por Deus que desencadeava um futuro bem próximo e que Deus o honraria. E esses sonhos provocou ira e ciúme nos irmãos de José. Quando o Senhor quer te abençoar, isso pode despertar um ciúme no meio da igreja, coisa que não é normal, nos irmãos de José despertou. A ira, o desprezo, e o ódio. (Gênesis 37:8) - Então lhe disseram seus irmãos: Tu, pois, deveras reinarás sobre nós? Tu deveras terás domínio sobre nós? Por isso ainda mais o odiavam por seus sonhos e por suas palavras. Precisamos entender com clareza que com cada um Deus trata em particular, Deus trata com cada um no seu ministério, é na palavra, no louvor, no dom de profecia, etc.
A PRIMEIRA PROVA DE JOSÉ
Os sonhos de José estava começando a ter o seu cumprimento, para José ele ainda não estava entendendo o verdadeiro agir de Deus na sua vida, ele passou a pior decepção que um homem pode passar, ser vendido pelos seus irmãos, José foi traído pelos próprios irmãos, ele foi vendido para uma caravana de Ismaelitas e levado para o Egito. (Gn 37:28). Foi vendido como um escravo, como uma mercadoria Até aquele momento Deus estava trabalhando. (Isaías 64:4) - Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera. Por mais que estamos passando por provas é de se notar que Deus sempre está pronto para nos ajudar, É o caso das pegadas na areia, quando pensamos que estamos sozinhos na prova, é ai que Deus está sempre pronto para nos ajudar, na prova Deus estava com José (Gn 39:2). Quando nós estamos na presença do Senhor tudo à nossa volta é abençoado. Deus abençoou a casa de Potifar por causa de José.
A SEGUNDA PROVA
Depois que José foi para o Egito, lá potifar achou graça em José, quem sabe José disse passei por esta prova, eu estou livre, mas ai veio a segunda prova, ele foi assediado pela mulher de Potifar, acusado de assedio. Aquela mulher foi enviada pelo diabo para tentar denegrir a imagem de um homem de Deus, mas José fugiu dela, as vezes precisamos fugir do pecado para termos vitória, o resultado é que José foi lançado na prisão, ele foi blasfemado, injuriado por causa da sua fé em Deus (Gn 39:9). Quem sabe ele disse de novo Senhor? Mas ele não blasfemou estava atento ao agir de Deus, quem sabe ele se lembrava de seus sonhos, e dizia quando terá cumprimento os meus sonhos? Mas Deus estava no domínio da situação. Quando queremos dedicar a nossa vida ao Senhor,
somos taxados de santão, porque orar tanto?, isso é fanatismo, aonde José estava Deus era com ele. Na casa de Potifar, no cárcere. Mas ainda lá prisão, Deus estava com José, onde formos essa luz chamada Jesus precisa brilhar em nossas vidas, em nunhum momento Deus abandonou José. Saiba de uma coisa Deus jamais te abandonará e nem te deixará, assim como ele era na vida de José, ele é na tua vida também. (Isaías 49:15) - Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti. Ainda que a sua mãe e seu pai te abandonar ou te esquecer, saiba que Deus jamais te abandonará, o homem é falho, uma prova disso é que quando José interpretou os sonhos do copeiro e do padeiro, José disse para ele se lembrar dele quando ele estivesse na presença de Faraó, mas ele se esqueceu-se de José (Gn 40:23). O copeiro só queria a benção, tem pessoas que só estão na igreja para receber a benção mas não voltam para agradecer, pelo contrário fazem como o copeiro, esquece de Deus. Jesus quando curou o leproso, mandou ele ir até ao sacerdote para agradecer. (Marcos 1:44) - E disse-lhe: Olha, não digas nada a ninguém; porém vai, mostra-te ao sacerdote, e oferece pela tua purificação o que Moisés determinou, para lhes servir de testemunho. Existe um hino que diz que depois da batalha Deus me coroará. (Tiago 1:12) - Bem-aventurado o homem que suporta a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam. José foi provado, mas em nenhum momento Deus o abandonou, e nem ele o blasfemou, ele sabia em quem ele depositaria a sua fé, depois que ele foi provado ele recebeu a coroa da vida.
O RESULTADO DA PROVA DE JOSÉ
Não existe vitória sem luta, tudo que José passou, Deus contemplou calado mas trabalhando, ali se cumpriu os sonhos de José todos os seus irmãos vieram até ele para adquirir mantimento, pois era grande a fome em todo o mundo. Saiba você de uma coisa, Deus nunca atrasa, e nem adianta ele vem na hora certa, a Bíblia diz que a males que vem para o bem tudo o que os irmaõs de José fizeram para ele Deus mudou o quadro da vida de José, José alcançou a vitória, ele foi considerado o segundo mandantário do Egito depois de Faraó. E quem sabe a tua vitória pode chegar na tua vida hoje ainda.A PROVA DE ABRAÃO
Como entender a razão por que este homem, chamado de pai da fé, foi provado justamente na sua fé? Quando analisamos friamente a vida desse patriarca, percebemos que ele possuía falhas no seu caráter. Uma delas foi justamente a de não crer plenamente em Deus e, por isso, ter mentido para faraó (Gn 12:10-13). Depois com medo de ser morto, mentiu novamente, desta vez para Abimeleque, rei de Gerar. (Gênesis 20:2) - E havendo Abraão dito de Sara, sua mulher: É minha irmã; enviou Abimeleque, rei de Gerar, e tomou a Sara.Em tudo o apóstolo Paulo dizia: que independente das circustâncias da vida, ele sempre poderia todas as coisas no Senhor. E você que está sendo provado, segue o conselho de Paulo em (Fl 4:11-13).
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Habacuque pede a Deus que implemente (aviva) a sua obra. Ora, a obra maravilhosa e admirável é o suscitar dentre as nações os caldeus, e que, ao longo dos anos os homens haveriam de conhecê-la. Embora fosse anunciado pelos profetas que Deus haveria de levantar os caldeus para castigar o povo de Israel, quando os profetas contavam a maravilhosa obra, o povo não cria. Eles não se arrependeram e veio o cativeiro conforme a visão dos profetas "...vós não crereis, quando vos for contada" (Habacuque 1: 5). 1 O PESO que viu o profeta Habacuque.
2 Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! e não salvarás?
3 Por que razão me mostras a iniqüidade, e me fazes ver a opressão? Pois que a destruição e a violência estão diante de mim, havendo também quem suscite a contenda e o litígio.
4 Por esta causa a lei se afrouxa, e a justiça nunca se manifesta; porque o ímpio cerca o justo, e a justiça se manifesta distorcida A vida particular do profeta Habacuque é pouco conhecida assim como a dos outros profetas menores. Habacuque, cujo nome significa 'abraço', profetizou a Judá sobre a invasão iminente dos caldeus.
O primeiro verso do livro de Habacuque está mais para um título inicial, do que para um elemento essencial para o entendimento do texto. Durante a leitura do livro é possível verificar que o texto apresenta uma sentença (peso) que o profeta (oráculo de Deus) viu, ou seja, uma revelação de Deus.
O peso do Senhor não são as perguntas do profeta, antes uma resposta de Deus as suas perguntas.
O Livro de Habacuque tem início com algumas questões que importunavam o profeta "Até quando, Senhor..." (v. 2). As questões eram acerca dos tempos estabelecidos por Deus através do seu próprio poder. Ora, desde a antiguidade a preocupação dos homens centram-se nos tempos em que Deus realizará os seus desígnios "E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder" (Atos 1: 7).
Pedro demonstra a preocupação dos profetas acerca da salvação que haveria de ser revelada e dos tempos estabelecido por Deus "Indagando que tempo ou que ocasião de tempo o Espírito de Cristo, que estava neles, indicava..." (I Pedro 1: 11).
Além de querer saber os tempos que Deus estabeleceu por seu próprio poder, Habacuque clamava por justiça! (v. 2- 4). Mas, qual tipo de justiça era o anseio do profeta Habacuque?
Habacuque queria entender por que ele clamava e Deus não lhe respondia. Não escutar equivale a não responder. Habacuque não estava acusando Deus de surdez ou algo semelhante.
O profeta gritava: "Violência!" do mesmo modo quando os homens gritam: "Fogo!", e esperam ser atendidos. Porém, embora gritasse "Violência" e clamasse por auxílio, Habacuque não conseguia ver o auxilio de Deus.
Por que Habacuque não conseguiu ver o socorro de Deus? Porque ele estava focado em questões humanas!
Habacuque estava clamando a Deus por causa das injustiça sociais, pois ele via a opressão dos fortes sobre os fracos, dos ricos sobre os pobres, dos reis sobre os súditos, etc. A destruição e a violência era algo aferido diariamente pelo profeta, porém, ele não entendia porque Deus deixava os homens se lançarem às suas maldades.
A preocupação do profeta é a mesma de alguns religiosos e bons cidadãos em nossos dias. Por que tanta violência em nossos dias? Por que tanta morte, roubo, opressão, suborno, etc? Por que os inocentes sofrem?
Habacuque não estava clamando por sua salvação, pois quem invoca a Deus por salvação é atendido (ouvido) prontamente por Deus: é salvo da condenação que há no mundo, pois a mensagem de Deus é clara: "Porque todo aquele que invocar o nome do SENHOR será salvo" (Romanos 10: 13; Joel 2: 32).
Entretanto, quem clama a Deus para ver a providência divina com relação as contendas e litígios entre os homens, deve esperar o tempo ou as estações que Deus estabeleceu por seu próprio poder, quem clama por salvação é atendido prontamente. Pois hoje é o dia sobremodo aceitável! Hoje é o dia de salvação!
Os cristãos devem compreender que, após crerem em Cristo conforme diz as Escrituras, foram salvos da condenação proveniente da queda de Adão. Esta salvação é efetiva para o tempo que se chama hoje. Quem invoca a Cristo é salvo hoje de condenação estabelecida em Adão no passado (I Coríntios 6: 2).
Quem assim clamar (invocar) será escutado (atendido). Quem gritar ao Senhor acerca da violência estabelecida em Adão, verá a salvação de Deus. Quem ver a iniqüidade em que foi formado, perceberá que precisa nascer de novo, da semente incorruptível, que é a palavra de Deus (Salmo 51: 5).
Mas. quem olhar para as relações humanas onde o litígio e as contendas são fomentadas, quem olhar para as questões legais e as injustiças cometidas, ou quem olhar para os perversos que cercam os justos, indagará sempre acerca de como se dá a justiça de Deus.
Se Habacuque considerasse que o juízo de Deus foi estabelecido em Adão, e que todos os homens foram julgados e condenados, jamais diria que Deus não o escutava. Quem aprender com Habacuque jamais considerará que a justiça de Deus 'tarda mas não falha'. Aqueles que compreendem que a humanidade já está sob condenação, a condenação em Adão, percebe que o juízo e a condenação já foi estabelecido no passado da humanidade, ou seja, a justiça de Deus não é tardia.
Ora, não precisa ser profeta para ver que a violência humana e a iniqüidade é crescente. Ao observar a iniqüidade e a opressão, Habacuque considerava que Deus é quem lhe mostrava o estado de degradação do homem. Para ele, a justiça não se manifestava e a lei afrouxava por causa do ímpio, aquele que que suscita a contenda e o litígio (v. 3- 4).
A questão levantada por Habacuque é semelhante a dos religiosos, pois estes não compreendem por que Deus silencia acerca das injustiças dos homens (sociais). Por que Deus permanece inerte e despreocupado à vista da degradação da humanidade?
Diferentes dos religiosos da atualidade, que procuram dar uma resposta às suas indagações, Habacuque esperou uma resposta de Deus.
Deus não é a causa das injustiça sociais e nem das violações de questões legais estabelecida pelos homens. O juízo de Deus foi estabelecido sobre a humanidade em Adão, e a justiça de Deus manifesta-se em Cristo. No juízo está a condenação da humanidade, na justiça de Deus manifesta aos homens em Cristo, está a salvação.
Ora, as questões levantadas por Habacuque não precisa ser as mesmas dos cristãos, pois já sabemos que a salvação de Deus é individual e manifesta-se em Cristo "... aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (Joel 2: 32). Os cristãos devem saber que 'justiça' neste mundo é utópico, pois mesmo na terra da retidão os ímpios não aprenderão a justiça (milênio) "Ainda que se mostre favor ao ímpio, nem por isso aprende a justiça; até na terra da retidão ele pratica a iniqüidade, e não atenta para a majestade do SENHOR" (Isaías 26: 10).
Justiça segundo a concepção inicial de Habacuque só será estabelecida no novo céu e na nova terra que será criada por Deus num tempo estabelecido por seu próprio poder "Porque, eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá mais lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão" (Isaías 65: 17); "Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça" (II Pedro 3: 13).
Embora a corrupção do gênero humano é observável a olho nu, o socorro e a salvação de Deus é imediata àqueles que invocam o seu nome. Os ouvidos de Deus não estão agravados para que não possa ouvir quem clame por salvação "E há de ser que todo aquele que invocar o nome do SENHOR será salvo" (Joel 2: 32); "EIS que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem agravado o seu ouvido, para não poder ouvir" (Isaías 59: 1).
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ele teve uma existência marcada por inúmeros pecados. Era uma pessoa atraente, simpática, e famosa, que realmente chamava a atenção. Poucas pessoas no mundo poderiam receber o tipo de descrição que dele é feita em 2 Sm 14.25: “Não havia, porém, em todo o Israel homem tão celebrado por sua beleza como Absalão; da planta do pé ao alto da cabeça, não havia nele defeito algum”. Quando lemos a sua história, registrada nos capítulos 13 a 18 de 2 Samuel, vemos que ele era um daqueles “líderes natos”, com personalidade marcante e carismática. Era impulsivo em algumas ações, mas igualmente maquinador e conspirador para preencher suas ambições de poder. Por trás de um passado que abrigava até um assassinato de seu irmão, ele não hesitou em utilizar e manipular pessoas e voltar-se contra seu próprio pai, para vir a governar Israel. Uma vez no poder, demonstrou mais impiedade, crueldade e imoralidade. No seu devido tempo, foi castigado por Deus, sofrendo uma morte inglória, sendo Davi reconduzido ao poder. O caráter de Absalão não é diferente de muitos personagens contemporâneos de nossa política. Na realidade, ele reflete bem como a ambição pelo poder, conjugada com outros pecados, transtorna o comportamento de políticos “espertos” e “astutos”, levando-os a uma vida de engano e egoísmo desenfreado, na maioria das vezes com o aproveitamento pessoal do bem público. Necessitamos de sabedoria e discernimento, para penetrarmos a couraça de fingimento que é mostrada à sociedade. Necessitamos de uma conscientização de nossas responsabilidades, como cidadãos, para que estejamos cobrando, com o devido respeito, as responsabilidades de nossos governantes, conforme estipuladas nas Escrituras em Romanos 13.
No capítulo 15 de 2º Samuel, versos 1 a 12, identificando algumas peculiaridades de sua pessoa e caráter para que sirva de alerta à nossa percepção do mundo político e da busca pelo poder. Queremos verificar se essas características são reflexos da natureza humana submersa em pecado, e aprender que devemos resguardar nosso apoio irrestrito, a tais pessoas de intensa ambição. Devemos também agir responsavelmente como cidadãos cristãos, na medida do possível, para que as instituições que tais pessoas pretendem governar sejam também resguardadas.
As Características de Absalão
Vejamos, 10 características do político astuto e matreiro que foi Absalão, conforme o relato que temos no capítulo 15 do Segundo livro de Samuel:
1. Ostentação e demonstração de poder. No verso 1, lemos: “Depois disto, Absalão fez aparelhar para si um carro e cavalos e cinqüenta homens que corressem adiante dele”. No capítulos 13 e 14 lemos como Absalão ficou foragido, após assassinar seu irmão. Aparentemente, Davi tinha grande amor por Absalão e, após três anos dos acontecimentos que culminaram no assassinato e fuga, Davi o recebe de volta. Absalão era famoso. Em 2 Sm 14.25 lemos que ele era “celebrado” por suas qualidades físicas invejáveis e impecáveis. Possivelmente tudo isso havia “subido à cabeça”. Em vez de assumir uma postura de humildade e contrição, em seu retorno, o texto nos diz que ele trafegava em uma carruagem com cavalos. Semelhantemente a tantos políticos contemporâneos ele se deleitava na ostentação e na demonstração de poder. Nesse sentido, formou um extraordinário séquito de “batedores” – cinqüenta homens que corriam “adiante dele”. Certamente tudo isso contribuía para chamar ainda mais atenção, para a sua pessoa, e ia se encaixando nos planos que possuía, para a tomada do poder. Vamos ter cuidado com aqueles que buscam a ostentação e a demonstração do poder que já possuem, pois irão aspirar sempre mais e mais, às custas de nossa liberdade.
2. Comunicação convincente. O verso 2, diz: “Levantando-se Absalão pela manhã, parava à entrada da porta; e a todo homem que tinha alguma demanda para vir ao rei a juízo, o chamava Absalão a si e lhe dizia: De que cidade és tu? Ele respondia: De tal tribo de Israel é teu servo…”. Parece que Absalão não era preguiçoso. Levantava-se cedo e já estava na entrada da cidade, falando com as pessoas. Possivelmente tinha facilidade de comunicação, de “puxar conversa”. Identificava aqueles que tinham necessidades, aqueles que procuravam acertar alguma disputa e logo entrava em conversação com eles. Certamente essa é uma das características que nunca falta aos que aspiram o poder. Devemos olhar além da forma – devemos atentar para o conteúdo e a substância, procurando discernir os motivos do comunicador.
3. Mentira. O verso 3 mostra que Absalão era mentiroso. Era isso que Absalão comunicava àqueles com os quais ele conversava, com os que tinham demandas judiciais a serem resolvidas: “Então, Absalão lhe dizia: Olha, a tua causa é boa e reta, porém não tens quem te ouça da parte do rei”. Descaradamente ele minava a atuação, autoridade e função do rei Davi, seu pai. Com a “cara mais limpa”, como muitos políticos com os quais convivemos, passava uma falsidade como se fosse verdade. Certamente existia quem ouvisse as pessoas, em suas demandas. Certamente, nem toda causa era “boa e reta”, mas Absalão não estava preocupado com isso, nem com a verdade. Ele tinha os seus olhos postos em situação mais remota. Ele queria o poder a qualquer preço. Para isso não importava se ele tinha que atropelar até mesmo o seu pai. Não sejamos crédulos às afirmações inconseqüentes, às generalizações mentirosas de tantos que aspiram o poder.
4. Ambição e engano. O verso 4, confirma a linha de ação adotada por Absalão, na trilha da decepção: “Dizia mais Absalão: Ah! Quem me dera ser juiz na terra, para que viesse a mim todo homem que tivesse demanda ou questão, para que lhe fizesse justiça!” Será que realmente acreditamos que o malévolo Absalão estava mesmo preocupado com o julgamento reto das questões? Será que ele tinha verdadeira “sede e fome de justiça”? A afirmação demonstra, em primeiro lugar que a sua ambição era bem real – ele queria ser “juiz na terra” – posição maior que era ocupada pelo rei seu pai. Quanto à questão de “fazer justiça” – será que realmente podemos acreditar? Certamente com a demonstração de impiedade e injustiça que retratou posteriormente, quando ocupou o poder, mostra que isso era ledo engano aos incautos. Quantas pessoas terão sido iludidas por ele! Quantas o apoiaram porque acharam que ali estava a resposta a todas as suas preces e anseios – “finalmente, alguém para fazer justiça”! Como é fácil sermos iludidos e enganados em nossas necessidades! Não sejamos ingênuos para com promessas que não poderão ser cumpridas.
5. Bajulação. No verso 5, vemos como Absalão era mestre em adular aos que lhe interessavam: “Também, quando alguém se chegava para inclinar-se diante dele, ele estendia a mão, pegava-o e o beijava”. Que político charmoso! Estava prestes a receber um cumprimento, mas ele se antecipava! Com uma modéstia que era realmente falsa, como veríamos depois, ele fazia as honras para com o que chegava. Realmente era uma pessoa que sabia fazer com que os que o visitavam se sentissem importantes. Sempre gostamos de receber um elogio, de sermos bem tratados. Tenhamos a percepção de verificar quando existem interesses ocultos ou motivos noturnos por trás da cortesia aparente.
6. Furto de corações – O despertar de seguidores ferrenhos! O verso 6 fala literalmente dessa característica. Não, Absalão não violava sepulturas, nem estava interessado em transplantes de órgãos. Mas no sentido bem coloquial ele “roubava corações”: “Desta maneira fazia Absalão a todo o Israel que vinha ao rei para juízo e, assim, ele furtava o coração dos homens de Israel”. Com as ações descritas nos versos precedentes, Absalão angariava seguidores apaixonados por seu jeito de ser. Sua bandeira de justiça livre e abundante para todos, capturava o interesse, atenção e lealdade dos cidadãos de Israel. Não importava se havia um rei, legitimamente ungido pelo profeta de Deus. Aqui estava um pretendente ao poder que prometia coisas muito necessárias. Que era formoso de parecer. Que falava bem. O que mais poderiam as pessoas esperar de um governante? Será que alguém se preocupou em averiguar a sinceridade das palavras e das proposições? Será que alguém tentou aferir se as promessas proferidas eram possíveis de ser cumpridas? O alerta é para cada um de nós, também.
7. Falsa religiosidade – Os versos 7 a 9 registram: “Ao cabo de quatro anos, disse Absalão ao rei: Deixa-me ir a Hebrom cumprir o voto que fiz ao SENHOR, Porque, morando em Gesur, na Síria, fez o teu servo um voto, dizendo: Se o SENHOR me fizer tornar a Jerusalém, prestarei culto ao SENHOR”. É incrível como muitos políticos, mesmo desrespeitando os mais elementares princípios éticos, pretendem, em ocasiões oportunas, demonstrar religiosidade e devoção. No transcorrer do texto, vemos que tudo não passava de casuísmo, da parte de Absalão. Ele procurava costurar alianças. Procurava trafegar pela terra realizando os seus contatos, mas a fachada era a sua devoção religiosa. Pelo amor ao poder, antigos ateus declarados, se apresentaram como religiosos devotos. No campo evangélico deve haver uma grande conscientização de que existe uma significativa força eleitoral e política. Na busca pelo voto evangélico, muitos se declaram adoradores do Deus único e verdadeiro. Não nos prendamos às palavras, mas examinemos a vida e as obras de cada um, à luz das idéias que defendem. Vejamos também se as propostas apresentadas se abrigam ou contradizem os princípios da Palavra de Deus.
8. Conspiração – O verso 10, mostra que, finalmente, Absalão partiu para a conspiração aberta: “Enviou Absalão emissários secretos por todas as tribos de Israel, dizendo: Quando ouvirdes o som das trombetas, direis: Absalão é rei em Hebrom”. Insurgiu-se de vez contra o rei que havia sido ungido por Deus, para governar Israel. Não – ele não era um democrata que queria instalar uma república naquela terra. Valia-se de sua personalidade magnética, do seu poder de comunicação e das ações comentadas e registradas nos versos anteriores, para instalar um governo que seria não somente despótico, como opressor e abertamente imoral (2 Sm 16.22). Que Deus nos guarde dos políticos conspiradores, que desrespeitam as leis e autoridades e que são egoístas em sua essência.
9. Utilização de inocentes úteis – Leiamos o verso 11: “De Jerusalém foram com Absalão duzentos homens convidados, porém iam na sua simplicidade, porque nada sabiam daquele negócio”. Certamente essas duzentas pessoas, selecionadas a dedo, eram pessoas importantes e influentes. Certamente transmitiram a impressão que havia um apoio intenso e uniforme às pretensões de Absalão. Vemos que não é de hoje que as pessoas participam de uma causa sem a mínima noção de todas as implicações que se abrigam sob o apoio prestado. Devemos procurar pesquisar e estarmos informados sobre as causas públicas e sobre as questões que afetam a nossa vida e a da nossa nação. Nunca devemos permitir que sejamos utilizados como “inocente úteis” em qualquer causa, como foram aqueles “convidados” de Absalão.
10. Populismo – O verso 12 registra: “Também Absalão mandou vir Aitofel, o gilonita, do conselho de Davi, da sua cidade de Gilo; enquanto ele oferecia os seus sacrifícios, tornou-se poderosa a conspirata, e crescia em número o povo que tomava o partido de Absalão”. Vemos que, saindo do estágio secreto, a campanha ganhou as ruas e ganhou intensa popularidade, ao ponto em que um mensageiro chegou a dizer a David (v. 13) “o coração de todo Israel segue a Absalão”. Um dos ditos populares mais falsos é: “a voz do povo é a voz de Deus”. Não nos enganemos – muitas questões são intensamente populares, mas totalmente contrárias aos princípios da Palavra. Assim é também com as pessoas – a popularidade não é um selo de aprovação quanto ao comportamento ético e justo. Democracia (a regência pela maioria do povo) não é uma forma de se estabelecer o que é certo e o que é errado, mas uma maneira administrativa de se reger o governo sob princípios absolutos que não devem ser manipulados pela maioria, ou por minorias que se insurgem contra esses preceitos de justiça. Como cristãos, devemos ter uma visão muito clara dos princípios eternos de justiça, ética e propriedade revelados por Deus em Sua Palavra.A história de Absalão que se iniciou no capítulo 13, continua até o capítulo 18. Absalão sempre gravitou próximo ao poder, mas aspirava o poder absoluto. Para isso, fez campanha, conspirou e lutou contra o seu próprio pai. Aparentemente esse político astuto foi bem sucedido. Foi alçado ao poder e lá se consolidou perseguindo e aniquilando os seus inimigos, entre os quais classificou o seu pai Davi, a quem tentou, igualmente, matar. Ocorre que os planos de Deus eram outros. Seu conturbado reinado foi de curta duração. Causou muita tristeza, operou muita injustiça e terminou seus dias enganchado pelos cabelos em uma árvore, enquanto fugia, e foi morto a flechadas.Que possamos aprender com os erros de Absalão. Amém?
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