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Hoje analisaremos a luz da palavra de Deus o tema reencarnação, quando tratamos desse assunto nos perguntamos: - É possível haver reencarnação ? , por isso analisaremos essa questão tendo por base a frase do conhecido mundialmente como codificador do Espiritismo Allan Kardec, pseudônimo de Hippolyte Léon Denizard Rivail, que sintetizou a doutrina da reencarnação na seguinte frase colocada em seu túmulo, no cemitério de Pére Lachaise, em Paris: "Nascer, morrer, renascer e progredir sempre. Essa é a lei". Allan Kardec julgava ser a reencarnação de um poeta druida, segundo comunicação que recebera do "Espírito de Verdade", em 25 de março de 1855. Na contemporaneidade é mais conhecido pelo seu pseudônimo do que por seu próprio nome. No sentido etimológico a palavra “reencarnação” é composta do prefixo "re" (repetição) e do verbo "encarnar" (tornar a tomar corpo) é entendida pelos espíritas como meio de purificação do espírito. Para o Allan Kardec há uma necessidade de reencarnação para tornar-se um “espírito puro”, e quando o espírito não atinge a perfeição durante a vida corpórea, é submetido à nova existência, que se repete quantas vezes quantas forem necessárias para, por fim, tornar-se um espírito puro.
Allan Kardec usa textos bíblicos isolados para justificar a sua teoria, e afirma que "O princípio da reencarnação ressalta, aliás, de muitas passagens das Escrituras, encontrando-se especialmente formulado, de maneira explícita, nos evangelhos". O codificador de espiritismo sabia que não existe a palavra reencarnação na bíblia como também não se acha nas Escrituras Sagradas tal ensino, de primeira grandeza para os espíritas, Ele declara que a reencarnação foi ensinada entre os judeus com o nome de ressurreição. Diz ele: "A reencarnação fazia parte dos dogmas judaicos sob o nome de ressurreição". Kardec não inibe ao afirmar o absurdo : "O ponto essencial é que o ensinamento dos espíritos é eminentemente cristão." Para Kardec não se pode dialogar com um espírita o qual julgue entender de Bíblia, sem que mencione ser João Batista a reencarnação de Elias (Mateus 11.14) e o encontro de Jesus com Nicodemos (João 3:5), entendendo que o novo nascimento mencionado por Cristo refere-se a reencarnação.
Para tecer qualquer comentário leio para buscar embasamento , quando analiso textualmente Allan Kardec observo teorias absurdas, estapafúrdias e horrendas ,que defende que João Batista fora Elias, por isso ao ler ao analisar seus livros há afirmativas que a reencarnação do espírito ou da alma de Elias no corpo de João Batista é real , uma distorção quando cita que se o homem não renasce da água e do Espírito, ou em água e em Espírito significam, pois para Ele se o homem não renascer com seu corpo e sua alma... , Ficando restrita a doutrina espírita a textos sem contexto ,que isoladamente afirma que a pluralidade de existência se faz necessária para a purificação, que esse ensino acha-se formulado de modo explícito no Evangelho de Jesus Cristo, que embora a palavra reencarnação não se encontre nos evangelhos, a doutrina é encontrada sob o nome de ressurreição e que Jesus referiu-se à reencarnação nas passagens de Mateus 11:14 e João 3:5. Isso é um total absurdo !
Agora amados e precisos para Deus , vamos buscar a verdadeira e a profunda análise da palavra de Deus, para realmente tratarmos dessas afirmativas que não estão na bíblia, pois reencarnação para o homem não é possível ! Pois quando estudamos a bíblia encontramos uma advertência solene sobre a necessidade de o homem preparar-se para a eternidade, comprovando que passamos por esta vida uma só vez, seguindo-se depois o juízo. Isso é declarado na Bíblia: "E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disto o juízo" (Hebreus 9.27) . É uma questão de lógica na análise , pois se passamos por esta vida uma só vez, é fácil concluir que só morremos uma vez, como diz o texto bíblico.
Se o homem tivesse uma pluralidade de existências, isso implicaria diversidade de mortes, o que realmente não ocorre, logo Deus determinou uma só vez está destinado ao ser humano morrer. Por isso os convites reiterados de Deus a fim de que o homem prepare-se para a eternidade: "Prepara-te (...) para te encontrares com o teu Deus" (Amós 4.12). "Buscai no Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto" Isaías 55. 6, 7. Porquê essa urgência de buscar a Deus enquanto podemos achá-lo, logo morrendo em pecado o homem não pode ir aonde Jesus foi , isso é confirmando quando lemos João 8.21. A situação depois da morte é irreversível !
Retornado para os livros de Kardec observa-se claramente que a declaração de que a reencarnação fazia parte dos dogmas judaicos sob o nome de ressurreição não encontra apoio no Antigo Testamento, pois tem em mente que os judeus criam no ressurgimento do corpo. Define-se ressurreição como o retorno do espírito ao próprio corpo: "Mas ele, pegando-lhe na mão, chamou dizendo: Levanta-te, menina. E o seu espírito voltou, e ela logo se levantou; e Jesus mandou que lhe dessem de comer" (Lucas 8.54,55).
A reencarnação, ao contrário, é definida pelo espiritismo como "à volta do espírito à vida corpórea, mas em outro corpo especialmente formado para ele, e que nada tem de comum com o antigo".Ao morrer, o espírito do cristão parte ao encontro de Cristo no Céu. Estevão, ao padecer apedrejado, pediu a Jesus que o recebesse: "E apedrejaram a Estevão, que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito" (Atos 7:59).
A palavra de Deus nos afirma que na vinda Jesus, Ele trará consigo os espíritos dos justos que partiram e estão no Céu (Hebreus 12.22,23), a fim de se juntarem a seus corpos na sepultura, e estes se levantarão glorificados. Diz a Bíblia: "Porque, se cremos que Jesus morreu a ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele" (1 Tessalonicenses 4.14). Nessa ocasião dar-se-á a ressurreição dos salvos em corpos glorificados: "Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro" (1 Tessalonicenses 4.16). "Mas a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo. Que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso" (Fipenses 3.20,21). Por sua vez, os descrentes que hoje morrem descem ao Hades (o mundo invisível dos mortos), também conhecido como o Inferno da alma sem o corpo, que se encontra na sepultura. Do Hades sairá a alma no Juízo Final para se juntar ao corpo e ser lançado ao lago de fogo ou Geena (Mateus 10.28; Lucas 16.22-26; Apocalipse 20.11-15).
Os judeus, por sua vez, estavam familiarizados com diversas ressurreições, como apontam várias passagens do Antigo Testamento: Elias ressuscitou o filho da viúva de Serepta: "E o Senhor ouviu a voz de Elias, e a alma do menino tornou a entrar nele e reviveu. E Elias tomou o menino, e o trouxe do quarto à casa, e o deu a sua mãe; e disse Elias: Vês ai, teu filho vive" (1 Reis 17.22,23). Eliseu ressuscitou o filho da sunamita: "E chegando Eliseu àquela casa, eis que o menino jazia morto sobre sua cama. Então entrou ele, e fechou a porta sobre eles ambos, e orou ao Senhor (...) e o menino abriu os olhos. Então chamou a Geazi, e disse: Chama essa sunamita. E chamou?a, e veio a ele. E disse ele: Toma o teu filho" (2 Reis 4.32-36). A crença geral dos judeus era que haveria ressurreição do corpo: "Os teus mortos viverão, os teus mortos ressuscitarão; despertai e exultai os que habitais no pó, porque o teu orvalho será como o orvalho das ervas e a terra lançará de si os mortos" (Is 26.19)
Também no Novo Testamento encontramos crerem os judeus na ressurreição do corpo, como afirmou a irmã de Lázaro a Jesus: "Disse-lhe Jesus: Teu irmão há de ressuscitar. Disse-lhe Marta: Eu sei que há de resssuscitar na ressurreição do último dia" (João 11.23,24).
Por fim, como assegurar que a palavra reencarnação acha-se explícita nos evangelhos, se o ensino de Jesus é totalmente diferente. Falou Ele da ressurreição do corpo de todos os mortos, dizendo: "Não vos maravilheis disto; porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição de vida; a os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação" (João 5.28,29).
O espiritismo ensina a expiação por esforços próprios, afirmando: "Arrependimento, expiação e reparação, constituem, portanto, as três condições necessárias para apagar os traços de uma falta e suas conseqüências". Mas Jesus Cristo, em oposição a Allan Kardec, ensinou a redenção por meio de sua morte na cruz. Afirmou que veio a este mundo buscar a salvar o perdido (Lucas 19.10), e para nossa redenção falou de sua morte vicária e expiatória: "Desde então começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muitos dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia" (Mateus 16.21).Quando Pedro quis livrá-lo desse infortúnio, Jesus entendeu que por trás das palavras daquele amigo agia o Diabo, e assim se pronunciou: "Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens" (Mateus 16.25).
Agora respondendo a pergunta : Era João Batista a reencarnação de Elias?Allan Kardec ensinou que João Batista era a reencarnação de Elias. Ora, o próprio Allan Kardec ensinou que para alguém reencarnar é preciso primeiro morrer. Tal não aconteceu com Elias, que não faleceu. Se não morreu, não podia o espírito de Elias reencarnar, dado que ele partiu para o Céu. Relata a Bíblia: "E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho" (2 Reis 2.11). Subiu ao Céu a não voltou para viver em outro corpo o de João Batista.
Enquanto isso, o próprio precursor de Cristo, interrogado se ele era Elias, respondeu: "...Não sou" (João 1.21). Mas, em que sentido disse Jesus que João Batista era Elias? No sentido de que seu precursor exerceu um ministério profético idêntico ao de Elias. Identidade profética não deve ser confundida com a suposição de serem ambos a mesma pessoa! Quando lermos a bíblia é imprescindível que analisemos o texto e contexto do texto , ou seja o versículo e capítulo, para não deixamos ser enganados por falsos profetas! Pois a palavra de Deus é a verdade que liberta o Homem .
Nisso você amado internauta que ler o palavra viva deve está se perguntando , e o "Nascer de novo" que tanto os evangélicos falam, o que isso ? - Digo baseados nos ensinamentos bíblicos que o nascer de novo nada tem a ver com a reencarnação, mas com a regeneração, a qual implica em mudança das disposições íntimas da alma dentro do mesmo corpo nesta vida. Reencarnação é nova existência em outro corpo, mas nunca no mesmo, um total absurdo sem respaldo na palavra de Deus .
Nascer de novo significa a mudança do coração do homem de pedra para o de carne (Êxodo 36.26), e isso se dá por ouvirmos a Palavra de Deus (a água) e pelo convencimento do Espírito (João 16.7). Assegurou-nos o apóstolo Pedro: "Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre" (1 Pedro 1.23). Declarou Tiago: "Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como primícias das suas criaturas" (Tiago 1.18). Disse o apóstolo Paulo: "Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo" (2 Coríntios 5.17).
Allan Kardec estabeleceu que, para uma doutrina tornar-se reconhecidamente espírita, é preciso que seja ela ensinada com o consenso de todos os espíritos: "O caráter essencial desta doutrina, a condição de sua existência, está na generalidade e concordância do ensino". Ora, justamente na doutrina mais difundida entre os espíritas não existe tal generalidade e concordância. Isso é declarado pelo próprio Allan Kardec, que disse: De todas as contradições que se observam nas comunicações dos espíritos, uma das mais chocantes é aquela relativa à reencarnação, como se explica que nem todos os espíritos a ensinam?
“Perguntamos: De quem é o ensino sobre a reencarnação? De Allan Kardec ou dos espíritos? Considerando que não há unanimidade em tal ensino, ele só pode ser de Allan Kardec, e não dos espíritos. Logo, deve ser rejeitado o ensino de Allan Kardec sobre a reencarnação. Melhor dizendo, dos demônios (1Timoteo 4.1 e 2 que ratifica essa afirmação : 1 Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios e 2 Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência e ainda 1Joao 4.1 a 3 que nos fala : 1 - Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. 2 Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; 3 E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo.
Portanto amado , saiba você é importante para Deus, o Eterno no amou tanto a ponto de entregar o seu único Filho para que morresse e ressuscitasse ao terceiro dia para que tivéssemos livre acesso ao Pai para vivemos eternamente com Ele, João 3:16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. pois a nossa morada é eterna, Jesus Cristo é o único caminho que nos leva a Deus , João 14:6 Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim..
Jesus Cristo está à porta do teu coração, fale com Ele deixe-o trazer novidade de vida ! ele te diz : Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono. Apocalipse 19:20 e 21, não fomos criados para vivermos nesse jogo de vai e volta, mas fomos criados para honra e glória de Deus, para adorá-lo unicamente e crendo em Jesus Cristo como o salvador, aquele que tira o pecado da vida do Homem e o transforma em vida para ser instrumento dos céus para homens e mulheres aqui na Terra para que possamos ser veículos de propagação de evangelho genuíno redentor , no objetivo de levar para Deus melhor desta que são as milhares e milhares de vidas para Terra para os Céus Eterno, a nossa verdadeira morada .
Que essa palavra viva possa ser a verdade teoria de novidade de vida que irá te libertar e garantir a sua eternidade com Deus por meio unicamente de Jesus Cristo , o único salvador das nossa vidas , hoje e sempre . Amém !
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Deus espera poder finalmente nos dar um avivamento. Em Isaías 33.9-10 está escrito a respeito desse assunto: "A terra geme e desfalece; o Líbano se envergonha e se murcha; Sarom se torna como um deserto, Basã e Carmelo são despidos de suas folhas. Agora me levantarei, diz o Senhor; levantar-me-ei a mim mesmo, agora serei exaltado." Deus falou isso a Israel naquela época. Em Jesus Cristo e através de Jesus Cristo Ele diz as mesmas coisas para nós hoje. Deus, quando diz: "Agora me levantarei, diz o Senhor; levantar-me-ei a mim mesmo, agora serei exaltado", o faz porque a terra estava "gemendo e desfalecendo". E com isso Ele quer expressar exatamente o que está escrito também em Isaías 44.3: "Porque derramarei água sobre o sedento, e torrentes sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes." E é exatamente isso que Deus quer dar a uma terra que, a Seus olhos, está "gemendo e desfalecendo". Naturalmente essa promessa vale em primeiro lugar para Israel, mas fico tão feliz porque posso ter a certeza de que o Senhor dirige essas palavras também a nós atualmente. "Derramarei água sobre o sedento, e torrentes sobre a terra seca"
Espiritualmente falando, será que não é terra seca o que se encontra dentro da Igreja de Jesus em muitos lugares? Mas justamente ali, onde tudo está seco e sem vida, o Senhor quer derramar torrentes de água viva. E Ele realmente espera com um desejo ardente poder finalmente fazer aquilo de que fala também Isaías 30.18a:
"...o Senhor espera para ter misericórdia de vós, e se detém para se compadecer de vós..."
"Ele vai demonstrar o seu amor com grande poder..." (A Bíblia Viva).
Estamos prontos a receber um despertamento?
Como vem um avivamento?
Para alcançarmos um avivamento real, certas condições precisam estar presentes em nossa vida. Mas existe uma outra coisa que não devemos esquecer quando falamos de despertamento: a oração. Temos de orar por um despertamento! A seguir, não quero falar das razões para implorarmos por avivamento. Pretendo mostrar, com alguns exemplos bíblicos, que a oração por avivamento está plenamente de acordo com a Bíblia. Pensemos em Asafe, que no Salmo 80 orou três vezes: "Restaura-nos, ó Senhor Deus dos Exércitos, faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos" (v. 19, comp. também os vv. 3 e 7). Naturalmente aqui, dentro do contexto, trata-se de uma vivificação exterior. Mas quando se conhece a história bíblica de Israel mais ou menos profundamente, então se sabe que uma vivificação, uma restauração exterior sempre antecedia um avivamento interior. Por isso, quando Israel orava por nova vida, isso era também um clamor por nova vida espiritual, por renovação interior.
Encontramos outro exemplo de oração por despertamento e nova vida no Salmo 85. Vemos isso especialmente no versículo 6, onde os filhos de Coré imploram: "Porventura não tornarás a vivificar-nos, para que em ti se regozije o teu povo?"
Um terceiro exemplo de oração por avivamento é encontrado em Habacuque 3.2, onde o profeta exclama: "Tenho ouvido, ó Senhor, as tuas declarações, e me sinto alarmado; aviva a tua obra, ó Senhor, no decorrer dos anos, e no decurso dos anos faze-a conhecida." Esse terceiro capítulo também é chamado de salmo de Habacuque. Ouça o que ele nos ensina ao orar: "Tenho ouvido, ó Senhor..." Ele tinha ouvido, ele estava consciente do que Deus pensava da situação em que se encontrava a obra do Senhor, e ficou alarmado. Mas ele não ficou nisso. Observe que Habacuque tomou as providências corretas, pois ele pediu: "...aviva a tua obra, ó Senhor, no decorrer dos anos, e no decurso dos anos faze-a conhecida."
Meus irmãos e irmãs, será que nós também ouvimos as declarações do Senhor? E será que a Escritura não nos diz por vezes suficientes que Deus quer mandar um despertamento? Sem dúvida! Recordemos apenas as palavras de Isaías 44.3, que quero citar outra vez para que fixemos bem seu conteúdo: "Porque derramarei água sobre o sedento, e torrentes sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes." Por isso oremos também: "...aviva a tua obra, ó Senhor... faze-a conhecida."
Quero frisar uma vez mais: é bíblico orar por avivamento, pois por qual outra razão o Senhor teria exclamado em Lucas 10.2: "A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara"? De certa forma, essa é outra oração por despertamento. Por isso vamos orar, não esquecendo que o Senhor poderia mandar obreiros para Sua seara sem a nossa intercessão, mas não o faz! Ele quer que oremos; Ele até, de certa forma, espera por nossas orações!
Interceder por despertamento é como interceder por Israel. O Senhor fala sobre isso cheio de emoção: "Busquei entre eles um homem que tapasse o muro e se colocasse na brecha perante mim a favor desta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei. Por isso eu derramei sobre eles a minha indignação..." (Ez 22.30-31). Se naquela ocasião o Senhor tivesse encontrado pessoas crentes que intercedessem perante Ele por Seu povo, talvez tivesse poupado a Israel. O mesmo acontece com um despertamento: mesmo que o avivamento venha exclusivamente da parte de Deus e mesmo que só o Senhor possa despertar Seu povo, temos de orar com fervor para que o avivamento aconteça. Paulo o sabia muito bem, senão não teria feito o pedido aos cristãos de Tessalônica: "Finalmente, irmãos, orai por nós, para que a palavra do Senhor se propague, e seja glorificada, como também está acontecendo entre vós" (2 Ts 3.1). A palavra do Senhor se propagando e sendo glorificada já é avivamento. E exatamente por isso o apóstolo pediu que a igreja intercedesse por um despertamento. Será que nós também não temos que orar muito mais por despertamento?
Resultados de um verdadeiro despertamento em nossa vida
Quando falamos de avivamento ou despertamento, sempre vem à nossa mente a idéia de manifestações poderosas e visíveis do Senhor, sempre pensamos em Deus agindo de maneira grandiosa através do Seu Espírito Santo. Realmente, às vezes, o Senhor se revela de maneira poderosa e visível em nossas vidas. Mas isso nem sempre é assim. Às vezes, Deus também age de maneira diferente, e um despertamento pode se manifestar de maneira bem diversa. Quando acontece isso? Quando Deus decide deixar um despertamento acontecer em pequena escala, dentro da vida de uma só pessoa.
Avivamento significa em primeiro lugar que os crentes mornos, cansados, despertem para uma nova vida espiritual e entrem outra vez em contato com "rios de água viva". Ou expressando-o com uma passagem bíblica: "... a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus" (Cl 3.3). Esse é quase sempre o início de um avivamento. Mas nós pensamos sempre em acontecimentos espetaculares quando falamos em rios de água viva e em despertamento. Entretanto, o acontecimento maior e mais espetacular é quando filhos de Deus que estavam mornos e cansados espiritualmente se tornam outra vez ardorosos pelo Senhor; quando em suas vidas começam a jorrar outra vez os "rios de água viva".
O falar de Deus e o avivamento
Nesse contexto, pensemos em Elias, que em sua vida nunca foi morno, mas experimentou um período de profundo desânimo espiritual. Justamente Elias precisava ser tocado pelo Senhor, e quanto ele necessitava outra vez de "rios de água viva" em sua vida bem pessoal! Deus proporcionou a Elias um novo encontro com o Senhor mesmo. Em 1 Reis 19.11a lemos sobre a maneira maravilhosa como o Senhor fez isso: "Disse-lhe Deus: Sai, e põe-te neste monte perante o Senhor. Eis que passava o Senhor..." Em outras palavras: "Elias, prepare-se, pois quero me encontrar outra vez com você." E então o Senhor vem. Mas como é que Deus se revela a Elias? O texto bíblico continua: "...e um grande e forte vento fendia os montes e despedaçava as penhas diante dele, porém o Senhor não estava no vento; depois do vento um terremoto, mas o Senhor não estava no terremoto; depois do terremoto um fogo, mas o Senhor não estava no fogo; e depois do fogo um cicio tranqüilo e suave. Ouvindo-o Elias, envolveu o rosto no seu manto e, saindo, pôs-se à entrada da caverna. Eis que lhe veio uma voz e lhe disse: Que fazes aqui, Elias?" (1 Rs 19.11b-13). Quando Elias teve de ser confrontado outra vez com "rios de água viva", só havia um cicio suave e tranqüilo, e foi assim que o Senhor teve um novo encontro com Elias. Como era importante para o Senhor despertar e fortalecer Seu servo Elias de uma maneira renovada e bem pessoal! E isso aconteceu – no silêncio! E assim, creio eu, todo e qualquer avivamento verdadeiro e real tem seu início, isto é, ele começa bem no fundo do coração de cada pessoa, de uma maneira bem suave e bem individual. Talvez fosse isso o que o Senhor queria dizer aos fariseus quando Lhe perguntaram quando viria o reino de Deus, e Ele respondeu: "Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós" (Lc 17.20b-21). Meus irmãos e irmãs, vamos orar por um avivamento assim, bem "dentro de nós"? Que o Senhor nos abençoe nesse propósito!
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O profeta Elias é conhecido como “homem de Deus” (1Rs17,18.24; 2Rs1,9.11.13). Não de qualquer Deus, mas de Javé, o Deus do povo, Deus vivo e libertador, o Deus da aliança. O lema de Elias, a sua marca registrada, era: “Juro por Javé, Deus de Israel, a quem sirvo”. É com esta frase que ele entra na história do povo e se apresenta ao rei (1Rs17,1; 18,15). Elias permitiu que Deus tomasse conta de sua vida: a palavra de Deus vinha até ele e o levava a agir (1Rs 17,8.24;18,1;19,9.15;21,17.28); o anjo de Deus o animava e o orientava (1Rs19,5.7; 2Rs1,13.15); o Espírito de Deus podia dispor dele e arrebatá-lo a qualquer momento para os serviços mais imprevisíveis (1Rs18,12; 2Rs2,16); a mão de Deus vinha sobre ele e o fazia correr mais depressa que o próprio rei (1Rs18,46).
Esta experiência tão profunda de Javé, o Deus do povo, capacita Elias a perceber e a desmascarar a falsa imagem de Deus divulgada pela religião do rei (1Rs18,27) e a ser para o povo a revelação do Deus vivo e verdadeiro (1Rs18,39), a ponto de se falar no “Deus de Elias” (2Rs2,14). Elias não age por interesse próprio. É o zelo pela causa de Deus que o empurra (1Rs19,10.14). Tudo o que faz, ele o faz em nome de Deus (1Rs18,36).
Para os pobres, Elias é o “homem de Deus que fala as palavras de Deus” (1Rs17,24). Para os companheiros, os profetas das comunidades de Betel e Jericó, ele é conhecido como homem sempre disponível. Ele entrou na história como o “homem de fogo, cuja palavra ardia como uma tocha” (Eclo48,1) e como aquele que deve voltar no fim dos tempos para “restabelecer as tribos de Israel” (Eclo48,10) e, assim, “preparar um povo bem organizado para o Senhor” (Lc1,17).
A vida de oração
Elias era sobretudo o inspirador da vida de oração. Ele exorta a se praticar a plenitude do amor divino. A oração de Elias, um homem como nós, foi poderosíssima, por isso, sob este aspecto, se constitui num exemplo completo.
A oração era o espaço que lhe dava condições de:
1) Viver e experimentar o deserto,
2) De descobrir a presença de Deus na Brisa Leve,
3) Defender a aliança.
Eis os lugares e momentos em que Elias aparece orando:
• “Vivo é o Senhor em cuja presença estou” (1Rs17,1; 18,15). É a consciência de estar consagrado ao serviço de Javé.
• ora e consegue de volta a vida do filho da viúva (1Rs17,20).
• Critica a oração dos profetas de Baal (1Rs 18,27), e oração, para que Deus se manifeste ao povo no Monte Horob (1Rs 18,36-37).
• ora sete vezes e insiste, até que pareça o sinal da chuva (1Rs 18,42-43).
• ora para que o fogo desça do céu e mate os militares que querem prendê-lo (2Rs1,10.12).
• Restaura o altar no Monte Carmelo (1Rs18,30).
• ora queixando-se (1Rs19,10.14) e pedindo a morte (1Rs 19,4)
• Confronta-se com Deus na Brisa Leve (1Rs19,12)
A expressão “Brisa Leve” traduz o hebraico: qôl demamáh daqqáh. Literalmente: voz de calmaria suave. A palavra hebraica, demamáh, usada para indicar a calamaria, vem de uma raiz, DMH, que significa parar, ficar imóvel, emudecer. A brisa leve indica algo, um fato, que, de repente, faz emudecer, faz a pessoa ficar calada, cria nela um vazio e, assim, a dispõe para escutar; provoca nela um vazio e, assim, a dispõe para escutar; provoca nela uma expectativa.
Qual foi a “Brisa Leve” de Elias? Foi a descoberta dolorosa de que Javé, o Deus de Israel, já não estava nem no vento, nem no terremoto, nem no raio! (os sinais tradicionais da manifestação de Deus). Deus já não era como Elias imaginava, ele descobriu que, apesar de toda a sua fidelidade e luta pela causa de Javé, ele estava lutando por algo que já não era causa de Javé!
Elias descobriu que estava errado! A “Brisa Leve” é a noite escura da experiência mística; é o sair de si para se encontrar. Ela derrubou tudo e abriu o espaço para uma nova experiência de Deus que, aos poucos, foi penetrando na vida de Elias e o levou a redescobrir sua missão na reconstrução da Aliança.
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porque a palavra diz:
"OH! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.
É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes.
Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o SENHOR ordena a bênção e a vida para sempre. (Sl 133:1-3)" amo os homens e mulheres de deus porque me ensinam o caminho que devo seguir.
"Assim diz o SENHOR, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o SENHOR, o teu Deus, que te ensina o que é útil e te guia pelo caminho em que deves andar. (Is 48:17)"
e como gosto de dizer amigos de meus amigos, meus amigos são, e se são amigos de alguém que ainda não é meu amigo, com certeza este meu amigo será, porque o espírito santo de deus testifica:
"O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. (Rm 8:16)"
porque pelo pai somos abençoados como filhos, dessa forma devemos acolher uns aos outros como irmãos, abençoando-os nas mesmas bençãos pelas quais somos abençoados.
ainda que nos sintamos enfraquecidos pelo egoísmo, malícia, arrogância, ou pela maledicência, posto que somos carnes, lembremo-nos de que o senhor nos diz através de paulo:
"E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. (2 Co 12:9)"
assim, jesus diz: seja bem vindo!
"Este é aquele que veio por água e sangue, isto é, Jesus Cristo; não só por água, mas por água e por sangue. E o Espírito é o que testifica, porque o Espírito é a verdade. (1 Jo 5:6)"
"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim. (Jo 14:6)"
então eu digo pela graça que me foi concedida, sejam as bençãos sobre ti, tua casa e sobre a obra de tuas mãos, em nome do pai, do filho e do espírito santo, amém e amém! (igreja evangélica santo dos santos - pr ely vidal - fone: 041-3338-6234 - 010809)(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja preservada a fonte)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, e por isso contamos contigo.
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em Favor de: Igreja Evangélica Santo dos Santos
"Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança. (Ml 3:10)"
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Falaremos sobre capas, seu uso vem de tempos remotos, capa é um agasalho que muitas vezes recebe também o nome de capote sempre usado por cima das vestes normais para protegê-las contra poeira, para proteger-se de chuvas, usa-se também no inverno. Para cada situação existe um tipo de capa. No Oriente Médio usa-se muito, talvez por ser muito próximo ao deserto onde há muita areia, é também usada até mesmo por religiosos, principalmente por aqueles considerados ortodoxos. Falaremos este assunto baseando-nos em duas capas citada na Bíblia, a capa do profeta Elias e capa do cego de Jericó. O profeta Elias onde quer que fosse levava sua capa, algumas vezes usou-a para resolver problemas difíceis e incomum, vejamos, quando ele recebeu ordens de Deus para ungir Eliseu como profeta em seu lugar encontrando-o usou sua capa para confirmar assim a ordem de Deus, (I Reis 19:19) “Partiu, pois, Elias dali e achou a Eliseu, filho de Safate, que andava lavrando com doze juntas de bois adiante dele; e ele estava com a duodécima. Elias passou por ele e lançou a sua capa sobre ele”. Após esse ato caminharam juntos até as margens do rio Jordão onde usou novamente a capa, (II Reis 2:8) “Então Elias tomou a sua capa, e a dobrou, e feriu as águas, as quais se dividiram para as duas bandas; e passaram ambos em seco”. Nenhuma duvida; Deus estava com o profeta.
Deus já havia revelado a Eliseu que iria levar Elias para junto de Si, assim ambos continuaram a caminhar até que em dado momento Elias foi tomado de Eliseu que ficou com a capa do profeta, examine o que diz (II Reis 2:13), “Também levantou a capa de Elias, que lhe caíra; e voltou-se e parou à borda do Jordão”. Agora nas margens do Jordão Eliseu usou a mesma capa na obra de Deus, (II Reis 2:14) “E tomou a capa de Elias, que lhe caíra, e feriu as águas, e disse: Onde está o SENHOR, Deus de Elias? Então, feriu as águas, e se dividiram elas para uma e outra banda; e Eliseu passou”. Assim notamos que a capa do homem de Deus era usada em Sua obra e não para cobrir erros daquele que se diz servo de Deus. Que tipo de capa pode e deve ser usada por homens de Deus, em seu próprio beneficio? Nenhuma! A proteção da pessoa que serve a Deus está ligada à sua fidelidade ao Senhor, porque por ela estaremos seguros e sendo fieis aos ensinos bíblicos teremos o amparo do Espírito Santo, seremos protegidos pelo Sangue de Jesus que nos purifica de todo pecado, mas se não formos fieis seremos então hipócritas, incrédulos e não teremos nenhuma proteção, estaremos às margens do caminho á mendigar com capas que em nada protegem.
A capa do cego de Jericó só servia para ele mendigar, ela cobria o pobre cego e talvez estivesse suja, sebosa, mal cheirosa, dado a seu uso continuo a beira de estradas. Assim são aqueles que para não obedecerem à doutrina bíblica apresentam as mais esfarrapadas desculpas; isso é coisa do passado, Deus não exige essas coisas, precisamos de lazer, um pouquinho de futebol, um pouquinho de cinema, de álcool um pouquinho de vaidade, um pouquinho de pintura, um pouquinho de novela, de filmes não recomendado á servos fieis, mais isto, mais aquilo. Não queira se cobrir com capas porque os que assim procedem tornam-se sebosos, mal cheirosos diante de Deus e simplesmente estão a mendigar à beira do caminho, porque não tem em si o bom cheiro de Cristo. Deve-se exalar de nós o aroma da obediência, examine o que diz em (II Coríntios 2:15), “Porque para Deus somos o bom cheiro de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem”. Precisam aprender a lição do cego que ao encontrar-se com Cristo lançou de si a capa que com a qual mendigava, passando a enxergar e a andar com Cristo, (Marcos 10:50) “E ele, lançando de si a sua capa, levantou-se e foi ter com Jesus”. Esse homem após o encontro com Jesus largou o mundo onde vivia e seguiu-O pelo caminho. Quanto ao profeta Elias, ele usou sua própria capa durante sua jornada, ela confirmava a presença de Deus em sua vida. Hoje não devemos usar “capas”, mas fidelidade aos ensinos de Cristo e o afastar-se das oferendas do mundo confirmam a presença de Deus na vida daqueles que vem a Cristo. Precisamos deixar esse tipo de capa e as coisas deste mundo? Veja o que a Palavra de Deus diz em (Colossenses 3:3) “porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus”. E se estivermos mortos, como usaremos capas para gozar o que o mundo oferece? Deixe a capa do cego (desculpas) e tome logo a capa de Elias (fidelidade) que representa a presença de Deus na vida do crente sincero, não perca a tua salvação, trabalhe com sinceridade na obra de Deus. Não se deixe enganar, quem é de Deus ouve a voz de Deus, quem não é de Deus ouve a voz do mundo.
Creia em Cristo, leia a Bíblia.
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Elias foi um dos mais destacados servos de Deus mencionados no Velho Testamento, um daqueles que teve o privilégio de aparecer no monte da Transfiguração (Mateus 17:3). Ele testificou de Deus no meio da idolatria, enfrentando o rei de Israel, a rainha Jezabel, os 450 profetas de Baal e os 400 profetas do poste-ídolo (I Reis cap. 18); ele orou a Deus, e não choveu naquela terra por três anos e seis meses! Um super-homem? Não; “Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos” (Tiago 5:17). De onde vinha, então, o seu poder? A resposta é clara: ele dependia do Senhor. Ele confiou, não em si mesmo, mas na força do Senhor, e Deus pôde operar através do Seu servo. Deus é quem o fortalecia (I Reis 18:46), e também foi Deus quem cuidou dele durante o seu ministério. Em três ocasiões diferentes, o Senhor providenciou alimento de forma milagrosa para Elias, alimento indispensável para que ele pudesse continuar testemunhando do Senhor: junto ao ribeiro de Querite (I Reis 17:5,6), na casa da viúva de Sarepta (17:9) e no deserto (19:4-7). Como o número 3, na Bíblia, nos fala de algo pleno, completo, podemos ver aqui, em figura, como Deus pode prover plenamente para todas as nossas necessidades.
Vamos analizar, então, as três ocasiões em que o Senhor, por meio de milagres, providenciou alimento material para Seu servo.
1. Junto à torrente de Querite, fronteira ao Jordão (I Reis 17:1-6)
Note bem o contexto em que Elias se encontrava. O rei Acabe, diz a Bíblia, “fez … o que era mau perante o Senhor, mais do que todos os que foram antes dele” (I Reis 16:30), trazendo a idolatria para Samaria e Israel, edificando um altar e uma casa para Baal em Samaria, fazendo “muito mais para irritar ao Senhor Deus de Israel do que todos os reis de Israel que foram antes dele” (16:33). Em 16:34 lemos que foi nesses dias que Jericó foi reedificada. Jericó nos fala daquelas coisas que tentam impedir o progresso do plano de Deus, e devem ser destruídas. Deus havia amaldiçoado aquela cidade, dizendo que ela nunca deveria ser reconstruída (Josué 6:26); mas eis um homem, Hiel, o betelita, desafiando o Todo Poderoso.
”Então, Elias…” (17:1). Foi neste cenário que Elias começou a testemunhar. Quando o povo se prostituia com os ídolos, quando a cidade que Deus amaldiçoara estava sendo reconstruída, “então Elias” enfrentou a Acabe e a todo este sistema pecaminoso.
Deus, vendo a sua fidelidade, lhe disse: “Retira-te daqui, vai para a banda do Oriente, e esconde-te junto à torrente de Querite … E ordenei aos corvos que ali mesmo te sustentem”. Elias era o Tesbita (que significa “cativo”); Deus queria que ele fosse para Querite (que significa “separação, alienação”). Deus não queria um profeta cativo daquele sistema religioso idólatra, mas um servo que estivesse disposto a partir para um lugar de separação. E “ali mesmo” (não em qualquer outro lugar, mas ali mesmo), Deus iria lhe providenciar alimento.
Irmãos, este continua sendo o desejo de Deus. Ele nos diz: “Retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras, e Eu vos receberei” (II Cor. 6:17-18). E outra vez: “Retirai-vos, retirai-vos, saí de lá, não toqueis coisa imunda; saí do meio dela; … Porque o Senhor irá adiante de vós, e o Deus de Israel será a vossa retaguarda” (Isaías 52:11-12). “Saiamos, pois, a Ele, fora do arraial, levando o Seu vitupério” (Heb 13:13). “Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo, constitui-se inimigo de Deus” (Tiago 4:4). A separação foi a primeira obra que Deus realizou na Criação (separando a luz, as águas, e a terra das águas, para somente depois criar luzeiros e povoar tanto as águas quanto a terra), e é uma das primeiras exigências que Deus faz aos Seus filhos. Só pode ser usado por Deus aquele que se separa para Deus. Para que possamos experimentar a provisão de Deus nas nossas vidas espirituais, é necessário sair fora do arraial, separando-nos de tudo que este mundo (material e religioso) representa.
Elias teve fé, deixou Samaria, foi para Querite, o lugar de separação, e Deus o sustentou com a água daquele lugar e com a comida que os corvos lhe traziam. Que milagre impressionante! Corvos trazendo pão e carne duas vezes ao dia para Elias! Só mesmo o poder de Deus poderia efetuar isto.
Este milagre, porém, só ocorreu porque Elias confiou no Senhor, indo para um lugar deserto na certeza de que o seu Deus poderia sustê-lo. Veja que exemplo de dependência. Um servo menos fiel poderia ter entrado em contato com Obadias, o mordomo do rei, que já havia escondido e sustentado a 100 profetas (I Reis 18:4), e pedido ajuda a ele. Afinal, “Obadias temia muito ao Senhor” (18:3), era um discípulo também; porque não falar com Obadias, “só para garantir”? Elias, porém, possuía a maior de todas as garantias — a palavra do Senhor! Ele sabia que não estava dependendo de Obadias, nem de qualquer outro servo; ele confiava no próprio Deus para o seu sustento. Ele sabia que o seu Deus, o Criador dos céus e da terra, Aquele que cuida dos pássaros e dos lírios, tinha poder para cuidar dele também.
Mas, e hoje em dia? Será que este poder tem diminuído? É claro que não; seria blasfêmia pensar desta maneira. O que acontece hoje em dia é que a nossa visão do poder de Deus é bem menor. Deus ainda deseja que os seus servos se dirijam à Querite, sendo separados (e esta separação é exigida de todo filho de Deus, não só dos “obreiros”). Deus ainda está disposto a nos sustentar “ali mesmo”, através do Seu poder divino. Mas nós temos achado um meio caminho: queremos ir à Querite, mas insistimos em deixar alguém em Samaria para nos sustentar. Achamos que é necessário criar organizações humanas para poder servir ao Senhor, esquecendo que, se Ele nos chamou, é claro que Ele irá nos sustentar.
Meu irmão, minha irmã, pare e pense um pouco na sua atitude. Você está dependendo unicamente do Senhor, ou você ainda hesita em deixar aquela aparente segurança que sistemas humanos (por mais louváveis que sejam nas suas intenções) lhe proporcionam? Você teria coragem de partir para um lugar distante, sem avisar a nenhum “Obadias”, assim que o seu Senhor lhe chamasse? O cético diria: “É loucura! Você vai morrer de fome!”. Mas ouça o que a Bíblia nos diz: “Temei ao Senhor, vós, os Seus santos, pois nada falta aos que o temem. Os leõezinhos sofrem necessidade e passam fome, porém aos que buscam ao Senhor bem nenhum lhes faltará” (Salmo 34:9-10). Iremos nós, quer por palavras, quer por atitudes, duvidar da Palavra e do poder de Deus? Que possamos ter mais fé: “Retira-te daqui, vai … para junto à torrente de Querite,… E ordenei aos corvos que ali mesmo te sustentem”. “Separai-vos, diz o Senhor; e Eu vos receberei” (II Cor. 6:17-18).”Retirai-vos, saí de lá, … Porque o Senhor irá adiante de vós, e o Deus de Israel será a vossa retaguarda” (Isaías 52:11-12).
Em Querite, então, vemos como o Senhor sustentou Seu servo quando este estava disposto a se separar para o Senhor. Se obedecermos ao nosso Deus, jamais nos faltará o necessário. Mas Elias, além de ser sustentado quando sua fé foi evidenciada, também foi fortalecido por Deus quando sua fé foi provada e quando sua fé enfraqueceu.
2. Em Sarepta de Sidom (I Reis 17:7-16)
A situação, agora, se torna mais adversa, pois lemos que, “passados dias, a torrente secou, porque não chovia sobre a terra” (v 7). Elias havia sido fiel, os pecadores estavam sendo castigados, mas parecia que ele próprio seria atingido pela disciplina de Deus contra os pecadores! A torrente secou; será que o Senhor iria desamparar aquele que havia obedecido a Ele? Será que Deus se esquecera de Elias, sozinho lá em Querite?
É certo que não! “Deus é fiel, e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças. Pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de modo que a possais suportar” (I Cor. 10:13). Deus, o mesmo que fez com que a rocha produzisse água no deserto para o povo de Israel (Ex. 17:6) poderia facilmente ter feito com que a torrente não secasse, mesmo sem a chuva. Mas Ele queria fortalecer a fé de Seu servo, e lhe mostrar como, mesmo nas mais adversas circunstâncias, “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Rom. 8:28). O Senhor queria ensiná-lo a não desanimar com as circunstâncias, mas confiar no Senhor para o seu sustento.
O Senhor manda a provação, mas juntamente com ela, provê livramento: “Dispõe-te, vai a Sarepta … onde ordenei a uma mulher viúva que te sustente”. Seria uma viagem longa, das margens do Jordão até Sarepta de Sidom, mas havia a promessa divina de que ele seria sustentado. Muitas vezes, irmãos, é necessário, tendo fé naquilo que Deus nos diz, não hesitarmos em deixar o lugar onde estamos se Deus nos chamou para outro lugar (um lugar físico, ou uma posição social, ou um relacionamento comercial, etc). Sidom, terra dos gentios, poderia parecer, aos olhos de Elias, um lugar menos desejável do que Querite, em Israel. Uma viúva poderia parecer incapaz de sustentar a Elias. Mas Deus mandou, e Elias simplesmente obedeceu, sabendo que este era o caminho para continuar em comunhão com o Senhor. Será que estamos insistindo em permanecer junto à torrente que está secando, quando Deus quer nos sustentar mais adiante? Quando as circunstâncias apertam, nós desesperamos, ou buscamos a orientação do Senhor? Se andarmos sempre perto dEle, não deixando que as circunstâncias nos derrubem, nem nos prendendo demais àquilo que já tem passado, o Senhor irá nos sustentar, ajudando-nos a crescer. Ele sabe o que é melhor para nós.
Repare nos métodos que Deus usa: primeiro, corvos; agora, uma mulher viúva. A Bíblia descreve somente 9 viúvas, que são facilmente divididas em três grupos de três:
• 3 viúvas não muito louváveis: Tamar, que praticou imoralidade (Gen. 38); a viúva de Tecoa, que mentiu ao rei Davi (II Sam. 14:1-21); e a viúva que importunou o juiz (Luc. 18:1-5). Todas estas alcançaram seus objetivos (provavelmente com boas intenções), mas por meios errados.
• 3 cujos filhos foram alvos da graça de Deus: Zerua, a mãe de Jeroboão, cujo filho foi escolhido por Deus para reinar sobre Israel (I Reis 11:26, 31); a mãe de Hirão, cujo filho era cheio de sabedoria para fazer os utensílios do templo (I Reis 7:14); e a viúva de Naim, cujo filho foi ressuscitado pelo Senhor Jesus (Luc. 7:12).
• 3 viúvas que puseram o Senhor em primeiro lugar: a viúva de Sarepta, que fez um bolo primeiro para o servo do Senhor, e depois para ela e seu filho (I Reis 17:13-15); a viúva pobre, que “deu tudo o que possuía, todo o seu sustento” ao Senhor (Luc. 21:4); e Ana, que “não deixava o templo, mas adorava noite e dia em jejuns e orações” (Luc. 2:37).
Como é gostoso ver estas maravilhas da Palavra de Deus. Mas além de demonstrar a inspiração verbal e perfeita da Bíblia, estas nove viúvas nos mostram que nosso sucesso não depende tanto de nossas próprias qualidades, mas sim de como deixamos Deus operar em nossas vidas. Todas eram viúvas, mas algumas erraram, ao passo que outras foram abençoadas. E o segredo está em colocar Deus em primeiro lugar em nossas vidas. Deus pôde usar esta viúva de Sarepta (ao que tudo indica, uma viúva bem pobre) para ajudar o Seu servo, e para cumprir o plano de Deus, porque ela estava disposta a servir primeiro ao Senhor. Será que nós também estamos colocando o Senhor em primeiro lugar nas nossas vidas, para que Ele possa nos usar para a Sua glória? Temos a humildade de reconhecer que “é Deus quem efetua em nós tanto o querer quanto o realizar” (Fil. 2:13)? Veja o ótimo exemplo dos macedônios, que “deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor” (II Cor. 8:5). Não basta servir ao Senhor somente quando for conveniente. Quem quiser ser Seu discípulo, “negue-se a si mesmo”, e submeta-se à vontade dEle.
Nesta segunda vez em que Elias foi sustentado por Deus, vemos que, quando sua fé foi provada, ele seguiu a direção do Senhor, indo para Sarepta, e Deus o recebeu ali. Novamente vemos como o Senhor cuida dos Seus, e “não permitirá que sejais tentados além das nossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de modo que a possais suportar” (I Cor. 10:13). Mesmo que não podemos entender porque a torrente está secando, e não compreendemos os problemas que temos que enfrentar, sabemos que o nosso Deus está em controle da situação. Lembre disso: Deus é fiel! Por mais escura que seja a noite, siga a orientação dEle, e Ele te susterá.
Já temos visto como Elias foi sustentado pelo Senhor quando sua fé foi evidenciada (em Querite, I Reis 17:1-6), e também quando sua fé foi provada (em Sarepta, I Reis 17:7-16). Na terceira vez em que lemos que Deus providenciou alimento material de forma milagrosa para o Seu servo, vemos Elias sendo sustentado mesmo quando sua fé enfraqueceu.
3. No deserto, perto de Berseba (I Reis 19:1-8)
Elias desanimou. Depois de enfrentar ao rei Acabe e aos 850 profetas falsos, ele teve medo da ameaça de uma mulher (Jezabel), fugiu para o deserto, e pediu que Deus lhe tirasse a vida. Depois de demonstrar uma coragem exemplar, ele olha para baixo, assim como fez Pedro quando andava sobre o mar (Mateus 14:25-32), e começa a afundar. Não ousamos criticá-lo, mas podemos aprender, pelo seu erro, que é necessário que estejamos sempre “olhando para o Autor e Consumador da nossa fé, Jesus” . Se olharmos para as circunstâncias, fatalmente iremos desanimar. Há outros exemplos na Bíblia de homens que saíram de uma grande vitória e sofreram uma terrível derrota (veja o caso de Noé, por exemplo, em Gên. cap. 9). “Aquele, pois, que pensa estar em pé, veja que não caia” (I Cor. 10:12).
Lemos que Elias veio e se sentou debaixo de um zimbro. Esta planta, que é mencionada só mais duas vezes na Bíblia, sempre nos fala de coisas ruins. Em Jó 30:4, lemos de “filhos de doidos, e filhos de gente sem nome” (v 8), que se alimentavam de raizes de zimbro; e em Salmo 120:4, vemos as brasas vivas de zimbro relacionadas com a língua enganadora (v 3). Este fato reforça a triste situação de Elias, fugindo, no deserto, debaixo de um zimbro, pedindo a morte à Deus.
A misericórdia do Senhor, porém, sempre nos impressiona, e a Bíblia nos garante que mesmo “se formos infiéis, Ele permanece fiel” (II Tim. 2:13). Deus veio ajudar Seu servo nesta hora de fraqueza. Desta vez, porém, Ele não mandou corvos, nem uma viúva, mas um anjo do Senhor; e não somente uma vez, mas duas (o nº_2, na Bíblia, nos fala de comunhão). Deus despertou a Elias do seu sono, querendo ter comunhão com ele. Hoje o Senhor diz: “Eis que estou a porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo” (Apoc. 3:20). O contexto em Apocalipse está falando da comunhão do Senhor com seus filhos, e nos desperta para este fato: se estivermos dispostos a acordar do nosso sono, Ele quer ter comunhão conosco.
Elias acordou, comeu, e se fortaleceu, mas ainda teve que andar quarenta dias e quarenta noites até chegar a Horebe, o monte de Deus (v._8). Quarenta é símbolo de provação, e vemos ilustrado aqui o caminho longo e difícil para o crente que se afasta de Deus, e deseja voltar novamente. É sempre mais difícil levantar do que cair. Quando um cristão se afasta de Deus, ele logo vai sentir o peso do seu pecado, e vai querer voltar ao Senhor. Mas todos os maus hábitos que ele aprendeu terão que ser deixados; tudo aquilo que ele já sabia, mas do qual se esqueceu, terá que ser reaprendido; Deus terá que discipliná-lo para que ele possa ser “participante da Sua santidade” (Hebreus 12:10). Elias foi apenas “caminho de um dia” ao deserto (I Reis 19:4), mas teve que caminhar “quarenta dias e quarenta noites até Horebe, o monte de Deus” (v. 8). Irmãos, vamos permanecer firmes, lembrando quão difícil é o caminho de volta.
Há uma palavra de ânimo e incentivo aqui para aqueles que estão caídos. O caminho de volta foi longo para Elias, mas ele não percorreu este caminho nas suas próprias forças. A Bíblia diz: “Levantou-se, pois, comeu e bebeu; e com a força daquela comida caminhou … até Horebe, o monte de Deus”! O caminho de volta foi cumprido com a força da comida que Deus lhe havia providenciado. Deus o estava disciplinando, mas Deus mesmo lhe deu as forças para suportar a disciplina.
Isto é semelhante ao caso dos irmãos de José. Eles o haviam abandonado, e o vendido à escravidão, mas, reconhecendo o seu erro, estavam arrependidos (Gên. 42:21-22). Antes de se revelar a seus irmãos, porém, José fez com que eles passassem por maus momentos (Gên. caps. 42-44). Mas naqueles capítulos nós percebemos como este processo estava causando sofrimento até mesmo a José. Duas vezes lemos que ele, escondido dos seus irmãos, chorou (42:24; 43:30); para os irmãos de José, o caminho de volta foi longo, mas José sofreu junto com eles. Que verdade preciosa. Quando um cristão cair, e tentar voltar a ter a mesma comunhão com Deus que ele tinha antes, ele terá um caminho longo e árduo pela frente. Mas ele nunca deve pensar que Deus o abandonou. Quando Deus o disciplinar, Ele o fará com amor, e Ele, como um Pai bondoso, estará se preocupando com o Seu filho.
Vamos lembrar, então, destas três situações na vida de Elias quando Deus o sustentou, lembrando que Deus é poderoso para prover plenamente para todas as nossas necessidades. Em primeiro lugar, se estivermos dispostos a nos separar do mundo e do pecado, segundo a ordem de Deus, podemos ter certeza de que Ele vai nos sustentar ali mesmo, sem a necessidade de recorrermos à métodos ou “instituições” humanas. Em segundo lugar, mesmo quando a situação parecesse adversa, mesmo quando a torrente se seca e pensamos que estamos sozinhos, vamos lembrar que Ele é fiel, e se permanecermos fiéis à Ele, teremos o nosso sustento. E finalmente, até quando nós somos infiéis, Ele permanece fiel, ainda querendo restaurar a nossa comunhão, ainda querendo nos alimentar (espiritualmente).
”Oh! provai, e vede que o Senhor é bom; bem-aventurado o homem que nEle se refugia. Temei ao Senhor, vós os Seus santos, pois nada falta aos que o temem. Os leõezinhos sofrem necessidade e passam fome, porém aos que buscam o Senhor, bem nenhum lhes faltará”. (Salmo 34:8-10)
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Todos nós temos três ministérios que não podemos deixar a parte de nossas vidas. Estes são Deus, o próximo e o mundo.
Deus – Conhecer a Deus, pois estamos firmados nEle (Os 6.3). O que tenho conhecido de Deus me dá autoridade de fazê-lo conhecido. Conhecer a Deus é responsabilidade minha.
Próximo – Levar a pessoa de Jesus Cristo ao nosso próximo. Sou dependente de Deus e preciso fazê-lo conhecido através da minha vida.
Mundo – Meu compromisso com o mundo é ser o sal da terra. O conhecimento de Deus é a chave de tudo para nossa vida cristã. Conhecer o seu caráter é fundamental (Is 1.3; Jo 42.5; Dt 6.4-9; Dt 6.1-2). IMPORTÂNCIA DE SE CONHECER A DEUS: conhecer a Deus implica pagar um preço de disciplina (Dt 11.18-20 e 6.1-2).
Deus nos fez para uma vida de comunhão com Ele. Mt 7.8 fala da autoridade de viver a vida com Deus, vida com prática da palavra.
O motivo principal de não buscarmos conhecer a Deus é a incredulidade.
O QUE É CONHECIMENTO DE DEUS
1) Jm 9.3-24 – conhecer a Deus é a nossa glória
2) II Co 3.18 – é nossa transformação
3) Fp 3.7-11 – é nossa justiça
4) Ef 3.1-17 – sabedoria e revelação
5) Ef 3.14-21 – plenitude de Deus
6) I Pe 1.3-11 e Jo 17.3 – vida eterna
7) I Jo 1.6-7 – comunhão com os cristãos
8) II Pe 3.18 – crescimento
9) Jo 15.1-5 – fruto
10) Lc 10.38-42 – a melhor parte
11) Dn 11.32 – seremos fortes e ativos
12) Cl 1.27 – esperança da glória
13) Cl 2.1-3 – tesouros da sabedoria e conhecimento
14) Cl 2.6-7 – nosso alicerce
15) Cl 3.14 – vida
CINCO PASSOS PARA CONHECERMOS A DEUS
1) Reconhecer que o conhecemos muito pouco;
2) Pedir maior desejo nesta área buscando com zelo de todo coração (Tm 29.13). Dependência do Senhor para prosseguir.
3) Orar estas orações (Ex 33.13 e 18 – Moisés pagou um preço por este conhecimento. Fp 3.8-10. Ef 1.17)
Você está em segurança quando está conhecendo a Deus. O sofrimento nos faz conhecer a glória de Deus.
4) Ore para que Deus se revele em sua palavra;
5) Estudar o caráter de Deus na Bíblia.
PORQUE CONHECER A DEUS
Deus quer que nos aproximemos dele, porque ele quer tratar no nosso caráter, porque Deus quer nos usar para alcançar o mundo (Tm 24.7 e I Co 2.14)
A PESSOA DE DEUS
As emoções de Deus:
Senso de humor – Sl 2.4; 37.13; 59.8
Ira – Nm 25.1-3; Dt 9.7 (não é irar contra pessoas, mas contra atitudes erradas, não tendo desejo de eliminar pessoas, mas querendo justiça.
Júbilo – Sf 3.17
Choro – Jo 11.35; Lc 19.41
INTELIGENTE
- na criação Deus fez cálculos Jó 28.20, 23 e 28; Is 40.12 (precisão e perfeição)
- Deus pensa Sl 92.5, 139.17; Is 55.8 e 9
- Ele usa o raciocínio (as leis quando foram criadas) Ex 20.2-22
LIVRE ARBÍTRIO & ARBÍTRIO MORAL
Tg 2.5; Sl 33.12; Is 43.10; I Co 1.27; Jo 15.16 (Deus escolhe ser por nós)
Misericórdia – Rm 9.14-18; Lm 3.22 e 23; Mq 7.18
Justiça – Is 59.17; Jó 36.6
Amor – Jo 3.16
ATRIBUTOS NATURAIS DE DEUS
Poder, Soberania, Eternidade, Criatividade Onisciência, Divindade e Onipresença.
filipenses 2:13 - Jeremias 24:7
Sabe aquela típica situação em que você não sabe que decisão tomar?
Você não sabe se "casa ou compra uma bicicleta".... brincadeiras e analogias à parte, você certamente já deve ter passado por uma situação em que você gostaria que o próprio Deus aparecesse na sua frente e indicasse o caminho a ser seguido.
Deus deseja que conheçamos a vontade dEle e embora Ele não venha pessoalmente nos mostrar o caminho a ser percorrido, Ele, através da sua palavra nos faz conhecedores de seu querer.
Como eu posso conhecer a vontade de Deus? Como eu posso saber se Deus quer que eu mude de emprego? Como eu posso saber se devo ou não me casar ou namorar aquele (a) moço (a)? Estas são algumas das indagações que nos surgem no curso da nossa juventude.
Não há duvidas de que a palavra de Deus e o mais completo manual deixado ao cristão. Na Bíblia podemos encontrar respostas para todos os nosso questionamentos. Quando Deus quer que conheçamos a vontade dEle, primeiramente Ele a manifestara através da sua santa palavra.
Pode ser através de um versículo lido, de uma ministracao proferida ou de qualquer outro modo, o fato e que por meio de Sua palavra Ele mostrara aquilo que Ele deseja que você faca. Ele colocara algo em seu coração, confirmara e dara paz. A paz em seu coração e um dos primeiros indícios daquilo que deve ser feito.
Você pode também pedir para que Deus use pessoas idôneos, verdadeiros servos do Senhor para ajudar-te. Se Deus tem colocado algo em seu coração, peca a Ele que esteja usando pessoas para que venham confirmar aquilo que você tem sentido.
A Bíblia nos fala acerca de conselhos; veja Provérbios 8:12, 14 e 15:22. Devemos buscar conselho de pessoas sabias, comprometidas com a causa de Cristo. Não saia por ai fazendo uma enquête acerca da decisão que você deve tomar. Como diz o provérbio, se conselho fosse bom, não era de graça. Lembre-se de que nem todos os conselhos estão de acordo com aquilo que Deus deseja. Daí a prudência na escolha daqueles que irão te orientar.
Antes de buscar um conselho, ore, coloque-se diante de Deus. Interceda pela vida da pessoa que estará conversando com você. Peca a Deus que aquilo que anteriormente Ele colocou no seu coração seja confirmado por essa pessoa. Procure algumas pessoas apenas, e peca para que Deus esteja usando-as como instrumento dEle em sua vida.
Devemos também observar as circunstancias. Pense comigo: você tem orado por uma viagem ao exterior. O sonho da sua vida e morar nos EUA; você faz uma serie de planos, pede demissão do emprego e vai atrás do visto. Você consegue a documentação necessária, se apresenta no consulado e.......... o visto e negado! Você pode achar que isso foi mero "azar", tenta de novo e de novo a resposta e negativa.
As portas claramente se fecham para você. Quando estamos buscando a vontade de Deus acerca de algo, devemos também estar atentos as situações. Portas fechadas podem indicar que o caminho a ser percorrido não seja esse que você esta tentando.
Você esta orando pelo Joãozinho, ele parece ser o homem da sua vida. Mas tem um pequeno detalhe: a tua família não pode nem ouvir falar no nome dele, e a dele, então..... não pode nem sonhar que você existe. Com tantas divergências, Deus pode estar querendo mostrar a você que o Joãozinho não e ainda aquele que Ele separou para você.
Jeremias 24:7 diz: "E dar-lhes-ei coração para que me conheçam, porque eu sou o Senhor; e ser-me-ão por povo, e Eu lhes serei por Deus..."Deus quer nos fazer conhecedores da sua vontade e Ele nos faz, devemos apenas estar atentos aquilo que Ele quer nos mostrar.
Se você tem buscado conhecer a vontade de Deus, coloque-se diante dEle e seja sensível a sua voz.
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